Transcrição de um post colocado por Susana Silva neste blogue em Maio de 2007 (dicas ainda hoje aplicáveis!):
«DICAS PARA PREPARAÇÃO PARA OS EXAMES
Olá a todos!
Venho junto de vós após ter tido conhecimento de que a minha pessoa é por vezes falada neste blog.
Apesar das coisas boas e más de que me atribuem, decidi então tentar através deste blog ajudar-vos a superar o obstáculo do exame de acesso à CTOC.
Todos sabemos que estes exames não são de forma nenhuma a melhor maneira de garantir mais qualidade à profissão.
Têm originado muitos problemas aos candidatos: constantes reprovações, desmotivação, desacreditação, dispêndio de dinheiro, etc,etc.
Mas continuando a ter esperança no futuro vamos tentar que o presente seja o mais risonho possível.
Da minha experiência como TOC, formadora e explicadora,verifico que há certas dicas que vos poderão ajudar a ir melhor preparados para o exame.
Assim, aqui ficam algumas sugestões que julgo importantes que sejam praticadas na vossa preparação:
- Organizar muito bem os códigos e legislação possível de consultar no exame – a maior parte das pessoas que me procuram não têm sequer os códigos divididos em temas. É muito importante marcar os capítulos e temas que normalmente são os mais consultados, e também aqueles que vos sejam mais difíceis de perceber.
O objectivo é perder o menos tempo possível a procurar nos códigos e legislação o tema necessário.
- Fazer contas às perguntas que consegue responder com certeza e aquelas em que tem duvidas ou dificuldades.
Muitas pessoas respondem aleatoriamente às perguntas que não sabem responder, esquecendo-se que depois correm o risco de reprovar por descontos a mais na correcção.
Convém fazer um ponto da situação a meio do exame: ver quantas já responderam com certeza e deixar aquelas cujos temas vos são mais difíceis para o fim e tentar responder a essas com calma. Em ultima instância é preferível não responder para que não seja passível de desconto.
Lembro que apesar de todos os erros, omissões e problemas em algumas perguntas na maior parte dos exames, é possível passar respondendo a todas as outras correctamente.
- Existem perguntas que poderão ser respondidas por “exclusão de partes”. Ter atenção no português e fazer os cálculos “ao contrário”, ou seja, substituindo as respostas possíveis no problema em vez que efectuar os cálculos para achar as respostas correctas, poderão ser ajudas importantes naquelas perguntas mais complexas
Lembrem-se que os exames tocam em temas que não são diariamente vossos conhecidos. Não exijam de vocês mais do que o razoável.
Quem trabalha nesta área sabe que no dia a dia existem temas em que nos temos que socorrer dos códigos, dos amigos, da Internet, etc. Por isso não fiquem desiludidos por não dominar todos os temas.
Acreditem e confiem em vocês! Isso é o mais importante!
Boa sorte a todos.»
Participe quem for TOC, quem não for mas queira opinar... Sobre a profissão, como se organiza, como se exerce. Os problemas, as causas, as propostas, as soluções. Pergunte. Responda.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Habilitação para TOC - resultado da consulta de opinião
A pergunta era a seguinte:
Mestrado: habilitação mínima para ser TOC?
Registaram-se 89 respostas. Eis os resultados:
1.º E a licenciatura em Contabilidade serve para quê?... 48% (43 respostas)
2.º Sem curso superior, como o Domingues Azevedo... 19% (17)
3.º Sim...16% (15)
4.º Não... 15% (14)
5.º Só com o Doutoramento... 0% (0)
Mestrado: habilitação mínima para ser TOC?
Registaram-se 89 respostas. Eis os resultados:
1.º E a licenciatura em Contabilidade serve para quê?... 48% (43 respostas)
2.º Sem curso superior, como o Domingues Azevedo... 19% (17)
3.º Sim...16% (15)
4.º Não... 15% (14)
5.º Só com o Doutoramento... 0% (0)
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Exame da CTOC - Avaliação em Contabilidade Geral
A CTOC anunciou os conteúdos programáticos a considerar em próximos exames.
Avaliação de conhecimentos em Contabilidade Geral:
– Pensamento contabilístico e enquadramento teórico: da partida simples à estrutura conceptual actual;
– Regulação das práticas contabilísticas e harmonização;
– Normas nacionais e internacionais de contabilidade;
– Trabalho contabilístico corrente e de fecho de exercício, de acordo com as normas nacionais e internacionais;
– Apresentação e preparação das demonstrações financeiras: balanço, demonstração dos resultados, anexo, demonstração dos fluxos de caixa;
– Relato financeiro;
– Interpretação básica e uso das demonstrações financeiras;
– Contas individuais e contas consolidadas;
– Transformação e liquidação de sociedades;
– Aplicações sectoriais da Contabilidade: Contabilidade Pública, Contabilidade Bancária e Contabilidade das Instituições de Seguros.
Avaliação de conhecimentos em Contabilidade Geral:
– Pensamento contabilístico e enquadramento teórico: da partida simples à estrutura conceptual actual;
– Regulação das práticas contabilísticas e harmonização;
– Normas nacionais e internacionais de contabilidade;
– Trabalho contabilístico corrente e de fecho de exercício, de acordo com as normas nacionais e internacionais;
– Apresentação e preparação das demonstrações financeiras: balanço, demonstração dos resultados, anexo, demonstração dos fluxos de caixa;
– Relato financeiro;
– Interpretação básica e uso das demonstrações financeiras;
– Contas individuais e contas consolidadas;
– Transformação e liquidação de sociedades;
– Aplicações sectoriais da Contabilidade: Contabilidade Pública, Contabilidade Bancária e Contabilidade das Instituições de Seguros.
Exame da CTOC - Avaliação em Contabilidade Analítica
A CTOC anunciou os conteúdos programáticos a considerar em próximos exames.
Avaliação de conhecimentos em Contabilidade Analítica:
– Classificações várias dos custos nas organizações;
– Diferentes métodos de custeio;
– Métodos de custeio apropriados de acordo com a organização;
– Diferentes técnicas de custeio;
– Ponto crítico de vendas e análise dos resultados operacionais ;
– Conceito de margem de contribuição;
– Centros de custos e de lucros;
– Controle de custos: controlo dos desperdícios e defeituosos;
– Custeio baseado em actividades: uso de indutores de custos e de actividades;
– Modelos alternativos de gestão de stocks: Total Quality Management, Just in Time, Economic Order Quantities;
– Orçamentos como um instrumento de apoio à tomada de decisão;
– Contabilidade de gestão estratégica;
– Análise do desempenho usando indicadores quantitativos e qualitativos;
– Benchmarking.
Avaliação de conhecimentos em Contabilidade Analítica:
– Classificações várias dos custos nas organizações;
– Diferentes métodos de custeio;
– Métodos de custeio apropriados de acordo com a organização;
– Diferentes técnicas de custeio;
– Ponto crítico de vendas e análise dos resultados operacionais ;
– Conceito de margem de contribuição;
– Centros de custos e de lucros;
– Controle de custos: controlo dos desperdícios e defeituosos;
– Custeio baseado em actividades: uso de indutores de custos e de actividades;
– Modelos alternativos de gestão de stocks: Total Quality Management, Just in Time, Economic Order Quantities;
– Orçamentos como um instrumento de apoio à tomada de decisão;
– Contabilidade de gestão estratégica;
– Análise do desempenho usando indicadores quantitativos e qualitativos;
– Benchmarking.
Exame da CTOC - Avaliação em Fiscalidade
A CTOC anunciou os conteúdos programáticos a considerar em próximos exames.
Avaliação de conhecimentos em Fiscalidade:
– Fundamentos do Direito Tributário;
– Impostos sobre o rendimento;
– Impostos sobre o consumo;
– Impostos sobre o património;
– Impostos especiais;
– Benefícios fiscais;
– Lei Geral Tributária;
– Regime jurídico das infracções fiscais;
– Harmonização fiscal comunitária;
– Dupla tributação internacional; convenções;
– Preços de transferência;
– Planeamento fiscal;
– Código do Processo e Procedimento Tributário;
– Regime Complementar da Inspecção Tributária.
Avaliação de conhecimentos em Fiscalidade:
– Fundamentos do Direito Tributário;
– Impostos sobre o rendimento;
– Impostos sobre o consumo;
– Impostos sobre o património;
– Impostos especiais;
– Benefícios fiscais;
– Lei Geral Tributária;
– Regime jurídico das infracções fiscais;
– Harmonização fiscal comunitária;
– Dupla tributação internacional; convenções;
– Preços de transferência;
– Planeamento fiscal;
– Código do Processo e Procedimento Tributário;
– Regime Complementar da Inspecção Tributária.
Exame da CTOC - Avaliação em Ética e Deontologia
A CTOC anunciou os conteúdos programáticos a considerar em próximos exames.
Avaliação de conhecimentos em Ética e Deontologia:
– Noções e conceitos de Ética e Deontologia;
– Princípios deontológicos e valores profissionais;
– Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas;
– Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas;
– Códigos de ética de organizações profissionais;
– Organizações profissionais de áreas conexas com a contabilidade.
Avaliação de conhecimentos em Ética e Deontologia:
– Noções e conceitos de Ética e Deontologia;
– Princípios deontológicos e valores profissionais;
– Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas;
– Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de Contas;
– Códigos de ética de organizações profissionais;
– Organizações profissionais de áreas conexas com a contabilidade.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Competências académicas para inscrição na CTOC
«Câmara define competências académicas
Preparar os futuros profissionais para os desafios do tecido empresarial português, composto maioritariamente por pequenas e médias empresas, é o objectivo fundamental da proposta definitiva das competências académicas para acesso à profissão que a Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) apresentou, no dia 11 de Fevereiro, em Lisboa e Évora e, no dia seguinte, em Coimbra e no Porto.
Aquela e outras linhas mestras foram apresentadas por Domingues de Azevedo, no auditório da sede da Instituição, ante uma plateia composta exclusivamente por docentes universitários e membros dos órgãos sociais e resultam das alterações introduzidas pelo Processo de Bolonha.
Através do presidente da Direcção, ficou ainda a saber-se que estas exigências curriculares só entrarão em vigor para quem se inscrever pela primeira vez no ano lectivo 2010/2011.
«As escolas têm ainda todo este ano para procederem às alterações que acharem convenientes, caso desejem que os seus cursos possam dar acesso à inscrição na Câmara», reforçou Domingues de Azevedo que lembrou ainda estarmos «na fase de transição do processo de Bolonha.»
Numa sessão que haveria de ser muito participada, face às dúvidas que posteriormente os representantes das escolas colocaram, o presidente da Direcção da CTOC salientou a importância das sinergias criadas com as instituições de ensino superior ao longo de todo o processo, já com alguns anos, justificando-se com o facto de «existir um complemento com as nossas preocupações de formação.»
Salientando por diversas ocasiões o facto de a CTOC «não reconhecer cursos» mas ter optado antes pela necessidade dos candidatos possuírem determinado número de créditos, o responsável máximo da Câmara concentrou o seu discurso na necessidade dos candidatos possuírem, tanto quanto possível, «unidade de formação», defendendo a CTOC, antes de mais «a mobilidade inter-escola», caso determinado curso não forneça o número de créditos suficientes e, só depois, a mobilidade entre escolas, ou seja, a possibilidade de um aluno obter noutro estabelecimento de ensino os créditos que não consegue obter na sua escola.
Domingues de Azevedo assegurou ainda que «a CTOC só aceitará a complementaridade que, de facto, o seja.» Por outras palavras, significa que as unidades complementares a frequentar pelo candidato devem ser diferentes e progressivas.
SNC trará maior conflituosidade
A presidente da Comissão Eventual para o Acompanhamento do Processo de Bolonha, Lúcia Lima Rodrigues, pormenorizou um pouco mais a questão, salientando o facto de, dentro das áreas nucleares, ter sido dada especial importância à Fiscalidade, dado o espaço que ela ocupa no dia-a-dia dos profissionais, ao mesmo tempo que foi dada também ênfase à obrigatoriedade de adopção das NIC, o que levará «a que se tente formar melhor o TOC nestas matérias.»
As questões éticas e deontológicas não foram esquecidas, mas o essencial de todo o processo, como salientaria esta docente universitária, foi o facto de «Bolonha ter permitido dar a oportunidade para um salto na formação dos TOC e da harmonização a nível europeu. O TOC tem de possuir o mesmo nível de formação dos seus congéneres europeus.»
Avelino Antão, presidente do Conselho Técnico da Câmara, deixou «alguns alertas» importantes. Desde logo, porque, defendeu, «parece-me que o salto do POC para o SNC vai levar a um maior grau de conflituosidade entre o TOC, os clientes e a administração fiscal. E isso está já a sentir-se no encerramento de contas referente a 2008», lembrou este responsável.
A passagem do POC para o SNC poderá abrir, no entender de Avelino Antão, «uma janela de oportunidade» para os estabelecimentos de ensino superior, uma vez que será necessário proceder à reciclagem dos profissionais.
Ezequiel Fernandes, representante da Comissão de Inscrição no acompanhamento do Processo de Bolonha, lembrou as preocupações do órgão a que preside, enumerando quatro campos de actuação: preparação académica dos candidatos, competências requeridas, constatação de alguma dispersão e condensação de matérias e, por fim, incorporação desta nova realidade nas regras de inscrição. Para este responsável, «Bolonha trouxe um novo paradigma: o ensino centra-se agora muito mais na aprendizagem do aluno e na preparação para exercer uma profissão.» No caso da actividade de Técnico Oficial de Contas, as regras para a ela aceder estão lançadas. Os candidatos têm a palavra.»
publicado no sítio de internete da CTOC.
Preparar os futuros profissionais para os desafios do tecido empresarial português, composto maioritariamente por pequenas e médias empresas, é o objectivo fundamental da proposta definitiva das competências académicas para acesso à profissão que a Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) apresentou, no dia 11 de Fevereiro, em Lisboa e Évora e, no dia seguinte, em Coimbra e no Porto.
Aquela e outras linhas mestras foram apresentadas por Domingues de Azevedo, no auditório da sede da Instituição, ante uma plateia composta exclusivamente por docentes universitários e membros dos órgãos sociais e resultam das alterações introduzidas pelo Processo de Bolonha.
Através do presidente da Direcção, ficou ainda a saber-se que estas exigências curriculares só entrarão em vigor para quem se inscrever pela primeira vez no ano lectivo 2010/2011.
«As escolas têm ainda todo este ano para procederem às alterações que acharem convenientes, caso desejem que os seus cursos possam dar acesso à inscrição na Câmara», reforçou Domingues de Azevedo que lembrou ainda estarmos «na fase de transição do processo de Bolonha.»
Numa sessão que haveria de ser muito participada, face às dúvidas que posteriormente os representantes das escolas colocaram, o presidente da Direcção da CTOC salientou a importância das sinergias criadas com as instituições de ensino superior ao longo de todo o processo, já com alguns anos, justificando-se com o facto de «existir um complemento com as nossas preocupações de formação.»
Salientando por diversas ocasiões o facto de a CTOC «não reconhecer cursos» mas ter optado antes pela necessidade dos candidatos possuírem determinado número de créditos, o responsável máximo da Câmara concentrou o seu discurso na necessidade dos candidatos possuírem, tanto quanto possível, «unidade de formação», defendendo a CTOC, antes de mais «a mobilidade inter-escola», caso determinado curso não forneça o número de créditos suficientes e, só depois, a mobilidade entre escolas, ou seja, a possibilidade de um aluno obter noutro estabelecimento de ensino os créditos que não consegue obter na sua escola.
Domingues de Azevedo assegurou ainda que «a CTOC só aceitará a complementaridade que, de facto, o seja.» Por outras palavras, significa que as unidades complementares a frequentar pelo candidato devem ser diferentes e progressivas.
SNC trará maior conflituosidade
A presidente da Comissão Eventual para o Acompanhamento do Processo de Bolonha, Lúcia Lima Rodrigues, pormenorizou um pouco mais a questão, salientando o facto de, dentro das áreas nucleares, ter sido dada especial importância à Fiscalidade, dado o espaço que ela ocupa no dia-a-dia dos profissionais, ao mesmo tempo que foi dada também ênfase à obrigatoriedade de adopção das NIC, o que levará «a que se tente formar melhor o TOC nestas matérias.»
As questões éticas e deontológicas não foram esquecidas, mas o essencial de todo o processo, como salientaria esta docente universitária, foi o facto de «Bolonha ter permitido dar a oportunidade para um salto na formação dos TOC e da harmonização a nível europeu. O TOC tem de possuir o mesmo nível de formação dos seus congéneres europeus.»
Avelino Antão, presidente do Conselho Técnico da Câmara, deixou «alguns alertas» importantes. Desde logo, porque, defendeu, «parece-me que o salto do POC para o SNC vai levar a um maior grau de conflituosidade entre o TOC, os clientes e a administração fiscal. E isso está já a sentir-se no encerramento de contas referente a 2008», lembrou este responsável.
A passagem do POC para o SNC poderá abrir, no entender de Avelino Antão, «uma janela de oportunidade» para os estabelecimentos de ensino superior, uma vez que será necessário proceder à reciclagem dos profissionais.
Ezequiel Fernandes, representante da Comissão de Inscrição no acompanhamento do Processo de Bolonha, lembrou as preocupações do órgão a que preside, enumerando quatro campos de actuação: preparação académica dos candidatos, competências requeridas, constatação de alguma dispersão e condensação de matérias e, por fim, incorporação desta nova realidade nas regras de inscrição. Para este responsável, «Bolonha trouxe um novo paradigma: o ensino centra-se agora muito mais na aprendizagem do aluno e na preparação para exercer uma profissão.» No caso da actividade de Técnico Oficial de Contas, as regras para a ela aceder estão lançadas. Os candidatos têm a palavra.»
publicado no sítio de internete da CTOC.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Câmara ou Ordem? - resultados da consulta de opinião
Câmara ou Ordem?
A pergunta foi colocada e os resultados finais da consulta de opinião foram os seguintes:
Ordem 58%
É só peneiras e vaidades 26%
Câmara 8%
Indiferente 5%
Associação Pública Profissional 0%
Foram registados 34 votos.
A votação terminou no dia 7 de Fevereiro de 2009.
A pergunta foi colocada e os resultados finais da consulta de opinião foram os seguintes:
Ordem 58%
É só peneiras e vaidades 26%
Câmara 8%
Indiferente 5%
Associação Pública Profissional 0%
Foram registados 34 votos.
A votação terminou no dia 7 de Fevereiro de 2009.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Software de contabilidade gratuito
Um comentário colocado no post de 30 de Janeiro, despertou o interesse de UmtocnoBlog:
Software de contabilidade gratuito!
Quando a esmola é muita, o santo desconfia... será possível?
No comentário foi deixado um link para que se possa "ver pelos próprios olhos"!
Lá fui, vi e... Pensei: é uma boa ideia, mas será original?
Não se pretende que este blog seja um folhetim publicitário...
Então pesquisei e encontrei um possível concorrente, também gratuito, obviamente.
Ficam então os dois links que encontrei:
AC Logik - Time Conta
Primavera - Express (não será bem de contabilidade, mais gestão comercial...)
Pesquisem,
experimentem,
comentem,
usufruam!
Software de contabilidade gratuito!
Quando a esmola é muita, o santo desconfia... será possível?
No comentário foi deixado um link para que se possa "ver pelos próprios olhos"!
Lá fui, vi e... Pensei: é uma boa ideia, mas será original?
Não se pretende que este blog seja um folhetim publicitário...
Então pesquisei e encontrei um possível concorrente, também gratuito, obviamente.
Ficam então os dois links que encontrei:
AC Logik - Time Conta
Primavera - Express (não será bem de contabilidade, mais gestão comercial...)
Pesquisem,
experimentem,
comentem,
usufruam!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Ano Novo - Novos TOC
No passado dia 21 a CTOC realizou mais uma cerimónia de entrega de certificados de inscrição de novos membros.
Pela informação que está no sítio da CTOC na internete ficamos a saber que a percentagem de sucesso no exame foi pouco superior a 30%...
de 1174 candidatos, só passaram 367!
Outras contas:
a nova tentativa dos 807 que não passaram, representa 161 mil euros para os cofres da CTOC!
E o exame continua... em Março.
Pela informação que está no sítio da CTOC na internete ficamos a saber que a percentagem de sucesso no exame foi pouco superior a 30%...
de 1174 candidatos, só passaram 367!
Outras contas:
a nova tentativa dos 807 que não passaram, representa 161 mil euros para os cofres da CTOC!
E o exame continua... em Março.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Ordem para mudar
Domingues Azevedo em entrevista na revista TOC - Janeiro de 2009:
«Entendemos que os Técnicos Oficiais de Contas, não só pelas condições de acesso à profissão em que se exige o grau de licenciatura, mas também por tudo o que já fizeram pela sociedade portuguesa, merecem ter a sua profissão organizada numa ordem profissional.
Depois da publicação da nova lei de enquadramento da criação das associações públicas, tem-se questionado se a alteração abrange ou não as já existentes ou apenas as que venham a ser criadas.
A avaliar pelas instâncias onde temos colocado o problema, tudo indica que estaremos em condições de avançar com uma nova versão do Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas ainda em 2009 e a transformação da Câmara em Ordem profissional.»
«Entendemos que os Técnicos Oficiais de Contas, não só pelas condições de acesso à profissão em que se exige o grau de licenciatura, mas também por tudo o que já fizeram pela sociedade portuguesa, merecem ter a sua profissão organizada numa ordem profissional.
Depois da publicação da nova lei de enquadramento da criação das associações públicas, tem-se questionado se a alteração abrange ou não as já existentes ou apenas as que venham a ser criadas.
A avaliar pelas instâncias onde temos colocado o problema, tudo indica que estaremos em condições de avançar com uma nova versão do Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas ainda em 2009 e a transformação da Câmara em Ordem profissional.»
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O exame da CTOC continua
Domingues Azevedo em entrevista na revista TOC de Janeiro de 2009:
«A Câmara vai continuar a realizar três exames de avaliação profissional por ano.
Eles são muito importantes e nunca podem nem são concebidos como uma forma de entrave ao ingresso de novos elementos na profissão.
Os exames não são de dificuldade elevada e têm procurado alicerçar-se em casos concretos das empresas.
É importante perceber-se que, com o reconhecimento público da profissão, muitas coisas mudaram.
Quando a Câmara reconhece uma determinada qualificação profissional, só o pode fazer de
forma integral e não parcelada. Ora, um cidadão ou uma empresa, quando recorre aos serviços de um TOC, fá-lo na expectativa de contratar um profissional devidamente qualificado. Caso contrário, estamos perante um logro que, mais cedo ou mais tarde, criará problemas no domínio do ressarcimento de prejuízos e lançará, uma vez mais, descrédito sobre a profissão.
É necessário ter a coragem para antecipar estes riscos. Isso só pode acontecer pela avaliação dos conhecimentos dos profissionais.
Mas é também importante saber o que é que se passa noutros países. Aqui, usamos um critério
misto da preparação profissional, procurando entrosar as instituições do ensino superior e a instituição de regulação na preparação dos novos profissionais, método que se tem revelado eficiente.
Em França, um expert comptable, após a obtenção do grau académico que lhe permite o acesso,
tem que realizar um estágio com um profissional, nunca será inferior a dois anos. Terminado esse
estágio tem que obter formação específica na instituição reguladora da profissão durante um período de, sensivelmente, mais dois anos. Depois é ainda sujeito a uma avaliação final.
Na Bélgica, no Reino Unido, na Holanda, na Dinamarca, na Polónia ou em Itália, embora existam algumas especificidades próprias de cada país, as condições não se alteram de forma significativa.
Nestes países predominam as preocupações de índole profissional, isto é, depois de obtida a formação académica, o ingresso na respectiva profissão é uma exclusividade da instituição reguladora.
Em Portugal, seguimos um caminho diferente e procuramos entrosar as sinergias académicas
com as necessidades da regulação. Daí o reconhecimento do estágio profissional e da dispensa
do exame de ética e deontologia.
Penso que o critério de avaliação não é discutível. Hoje, e cada vez mais, uma licenciatura não tem como vocação ensinar a fazer, mas sim dar as coordenadas para que as pessoas façam.
Parafraseando Adriano Moreira, direi que «uma licenciatura é uma licença para aprender». Por
isso, não estando em discussão a necessidade de um método de avaliação de conhecimentos,
só poderemos divergir na forma. Neste capítulo, aquela que nos tem parecido a mais consentânea
com as necessidades e objectivos da profissão, é o exame.
Se nos for apresentado outro método que represente uma mais-valia, não teremos qualquer problema em adoptá-lo.»
«A Câmara vai continuar a realizar três exames de avaliação profissional por ano.
Eles são muito importantes e nunca podem nem são concebidos como uma forma de entrave ao ingresso de novos elementos na profissão.
Os exames não são de dificuldade elevada e têm procurado alicerçar-se em casos concretos das empresas.
É importante perceber-se que, com o reconhecimento público da profissão, muitas coisas mudaram.
Quando a Câmara reconhece uma determinada qualificação profissional, só o pode fazer de
forma integral e não parcelada. Ora, um cidadão ou uma empresa, quando recorre aos serviços de um TOC, fá-lo na expectativa de contratar um profissional devidamente qualificado. Caso contrário, estamos perante um logro que, mais cedo ou mais tarde, criará problemas no domínio do ressarcimento de prejuízos e lançará, uma vez mais, descrédito sobre a profissão.
É necessário ter a coragem para antecipar estes riscos. Isso só pode acontecer pela avaliação dos conhecimentos dos profissionais.
Mas é também importante saber o que é que se passa noutros países. Aqui, usamos um critério
misto da preparação profissional, procurando entrosar as instituições do ensino superior e a instituição de regulação na preparação dos novos profissionais, método que se tem revelado eficiente.
Em França, um expert comptable, após a obtenção do grau académico que lhe permite o acesso,
tem que realizar um estágio com um profissional, nunca será inferior a dois anos. Terminado esse
estágio tem que obter formação específica na instituição reguladora da profissão durante um período de, sensivelmente, mais dois anos. Depois é ainda sujeito a uma avaliação final.
Na Bélgica, no Reino Unido, na Holanda, na Dinamarca, na Polónia ou em Itália, embora existam algumas especificidades próprias de cada país, as condições não se alteram de forma significativa.
Nestes países predominam as preocupações de índole profissional, isto é, depois de obtida a formação académica, o ingresso na respectiva profissão é uma exclusividade da instituição reguladora.
Em Portugal, seguimos um caminho diferente e procuramos entrosar as sinergias académicas
com as necessidades da regulação. Daí o reconhecimento do estágio profissional e da dispensa
do exame de ética e deontologia.
Penso que o critério de avaliação não é discutível. Hoje, e cada vez mais, uma licenciatura não tem como vocação ensinar a fazer, mas sim dar as coordenadas para que as pessoas façam.
Parafraseando Adriano Moreira, direi que «uma licenciatura é uma licença para aprender». Por
isso, não estando em discussão a necessidade de um método de avaliação de conhecimentos,
só poderemos divergir na forma. Neste capítulo, aquela que nos tem parecido a mais consentânea
com as necessidades e objectivos da profissão, é o exame.
Se nos for apresentado outro método que represente uma mais-valia, não teremos qualquer problema em adoptá-lo.»
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Conselhos da CTOC: reabilitação urbana
O conselho fiscal de segunda-feira é sobre:
Benefícios fiscais para a reabilitação urbana
(Emitido na TSF a 12-01-2009)sábado, 10 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Conselho fiscal (05-01-2009)
A CTOC hoje aconselha sobre...
Juros e amortizações para a habitação
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1066816quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
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