A 22 de julho de 2015 foi aprovado na assembleia da república o novo estatuto dos CONTABILISTAS CERTIFICADOS.
Por essa razão deixam de existir os TOC e passam a ser CC - Contabilistas Certificados.
Para alem do nome dos profissionais, a grande alteração tem a ver com os cursos que permitem a inscrição na Ordem dos CC.
Agora é preciso ter uma licenciatura de contabilidade ou então uma outra licenciatura e mais cadeiras de contabilidade geral, analítica, fiscalidade e ética.
Para ser CC, basta ter uma licenciatura ou mestrado ou doutoramento numa área da contabilidade, gestão, economia, ciencias empresariais ou fiscalidade.
Depois para fazer o exame mantêm-se o estágio ou a despensa, mas esta só com experiencia profissional ou com estagio corricular. A simulação empresarial já não serve!
Assim, se tem cadeira para fazer, esperam por o estatuto da Ordem dos CC entrar em vigor (depois de publicado em Diário da Republica em setembro).
Se tem a simulação, inscreve-se depressa!
Participe quem for TOC, quem não for mas queira opinar... Sobre a profissão, como se organiza, como se exerce. Os problemas, as causas, as propostas, as soluções. Pergunte. Responda.
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quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Finalmente eleições na OTOC!
Comunicado do Presidente da Mesa da Assembleia Geral:
Lisboa, 1 de julho de 2014
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Manuel António dos Santos»
«No dia 10 de outubro de 2013 dirigi-me
aos membros da OTOC, através de um comunicado neste sítio, onde dava
conta da minha decisão de proceder ao adiamento da convocatória de
eleições, tendo em conta razões que, então, expliquei
pormenorizadamente.
Dou aqui por integralmente reproduzido o referido comunicado que, adicionalmente, se encontra em disponível na seguinte ligação.
Para lá dos argumentos aduzidos e explicados, a minha decisão teve o conforto de um parecer da Assembleia Geral extraordinária, realizada a 13 de setembro, que se pronunciou, maioritariamente, no sentido que acabou por constituir o essencial da minha decisão.
Nessa reunião magna comprometi-me a rever a minha posição, marcando de imediato eleições, caso não fosse publicado, até ao dia 1 de julho de 2014, o novo estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.
Como é do conhecimento de todos os membros, o governo, apesar de todas as afirmações feitas sobre a matéria e no desrespeito de todos os prazos que se fixou para obter a aprovação de um novo estatuto para as associações profissionais, não cumpriu nenhum dos objetivos.
É conhecido que a necessidade de aprovar novos estatutos resulta imperativamente da Lei n.º 2/2013 de 10 de janeiro, onde constam os prazos, os limites e as datas que as diversas partes deveriam respeitar para atingir o objetivo final.
Como já foi comunicado, a OTOC cumpriu, rigorosamente, todas as obrigações, como era seu dever, mas o governo falhou sistematicamente todos esses compromissos.
Esta incapacidade do governo cumprir o que determinou, para os outros e para si próprio, criou um processo delicado para a generalidade das associações profissionais e um processo muito delicado para aquelas que, como a OTOC, tinham durante o ano de 2013, processos eleitorais ordinários.
Antecipando estas dificuldades o Presidente da Mesa da Assembleia Geral informou, regularmente, a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, dos inconvenientes criados com a situação de vazio legal, solicitou informação sobre o processo legislativo e sugeriu mesmo fórmulas jurídicas transitórias para ultrapassar parcialmente o conflito de interesses.
A todas as diligências do Presidente da Mesa da Assembleia Geral a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais respondeu com o silêncio, denotando, desta forma, o tipo de relação dominante que deseja manter com esta associação profissional de interesse público.
A título de inciso, registo que esta atitude de falta de diálogo se tem vindo a replicar noutras circunstâncias, como, ainda recentemente sucedeu com o verificado mau funcionamento do portal das finanças e com os prejuízos que daí resultaram para os TOC.
Colocado perante a atual situação e não tendo qualquer indicação credível sobre uma data para a aprovação dos novos estatutos (apesar do governo ter recentemente incluído em mais um seu Roteiro sobre reformas – o Caminho para o Crescimento - a possibilidade deste processo estar encerrado no terceiro trimestre deste ano), e procurando escrupulosamente cumprir os compromissos que assumi perante a Assembleia Geral, venho por esta forma anunciar que marcarei o próximo ato eleitoral para o dia 17 de outubro do corrente ano.
Esta, além do mais, é uma data muito significativa para a nossa instituição pois foi em 17 de outubro de 1995 (há 19 anos, portanto) que foi aprovado o Decreto-Lei n.º 265/95 que criou a Associação dos Técnicos Oficiais de Contas e consagrou os respetivos estatutos.
Estas eleições decorrerão, obviamente, no quadro do regime dos atuais estatutos respeitando a orgânica neles consagrada e o mandato neles definido.
Como referi no comunicado anterior, os órgãos sociais da Ordem têm-se mantido e vão-se manter, na plenitude das suas funções e competências, competindo ao Presidente da Mesa assegurar o respeito rigoroso pelo cumprimento das normas estatutárias.
Reafirmando o desejo de manter uma cooperação institucional normal com o governo desta decisão será dada conta à Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, reservando-se o Presidente da Mesa o direito de tomar as decisões adequadas, por todas as vias, incluindo a judicial, para ressarcir a OTOC dos prejuízos materiais e morais que, da atuação anormal do governo, nesta matéria, possam vir a resultar.
Dou aqui por integralmente reproduzido o referido comunicado que, adicionalmente, se encontra em disponível na seguinte ligação.
Para lá dos argumentos aduzidos e explicados, a minha decisão teve o conforto de um parecer da Assembleia Geral extraordinária, realizada a 13 de setembro, que se pronunciou, maioritariamente, no sentido que acabou por constituir o essencial da minha decisão.
Nessa reunião magna comprometi-me a rever a minha posição, marcando de imediato eleições, caso não fosse publicado, até ao dia 1 de julho de 2014, o novo estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.
Como é do conhecimento de todos os membros, o governo, apesar de todas as afirmações feitas sobre a matéria e no desrespeito de todos os prazos que se fixou para obter a aprovação de um novo estatuto para as associações profissionais, não cumpriu nenhum dos objetivos.
É conhecido que a necessidade de aprovar novos estatutos resulta imperativamente da Lei n.º 2/2013 de 10 de janeiro, onde constam os prazos, os limites e as datas que as diversas partes deveriam respeitar para atingir o objetivo final.
Como já foi comunicado, a OTOC cumpriu, rigorosamente, todas as obrigações, como era seu dever, mas o governo falhou sistematicamente todos esses compromissos.
Esta incapacidade do governo cumprir o que determinou, para os outros e para si próprio, criou um processo delicado para a generalidade das associações profissionais e um processo muito delicado para aquelas que, como a OTOC, tinham durante o ano de 2013, processos eleitorais ordinários.
Antecipando estas dificuldades o Presidente da Mesa da Assembleia Geral informou, regularmente, a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, dos inconvenientes criados com a situação de vazio legal, solicitou informação sobre o processo legislativo e sugeriu mesmo fórmulas jurídicas transitórias para ultrapassar parcialmente o conflito de interesses.
A todas as diligências do Presidente da Mesa da Assembleia Geral a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais respondeu com o silêncio, denotando, desta forma, o tipo de relação dominante que deseja manter com esta associação profissional de interesse público.
A título de inciso, registo que esta atitude de falta de diálogo se tem vindo a replicar noutras circunstâncias, como, ainda recentemente sucedeu com o verificado mau funcionamento do portal das finanças e com os prejuízos que daí resultaram para os TOC.
Colocado perante a atual situação e não tendo qualquer indicação credível sobre uma data para a aprovação dos novos estatutos (apesar do governo ter recentemente incluído em mais um seu Roteiro sobre reformas – o Caminho para o Crescimento - a possibilidade deste processo estar encerrado no terceiro trimestre deste ano), e procurando escrupulosamente cumprir os compromissos que assumi perante a Assembleia Geral, venho por esta forma anunciar que marcarei o próximo ato eleitoral para o dia 17 de outubro do corrente ano.
Esta, além do mais, é uma data muito significativa para a nossa instituição pois foi em 17 de outubro de 1995 (há 19 anos, portanto) que foi aprovado o Decreto-Lei n.º 265/95 que criou a Associação dos Técnicos Oficiais de Contas e consagrou os respetivos estatutos.
Estas eleições decorrerão, obviamente, no quadro do regime dos atuais estatutos respeitando a orgânica neles consagrada e o mandato neles definido.
Como referi no comunicado anterior, os órgãos sociais da Ordem têm-se mantido e vão-se manter, na plenitude das suas funções e competências, competindo ao Presidente da Mesa assegurar o respeito rigoroso pelo cumprimento das normas estatutárias.
Reafirmando o desejo de manter uma cooperação institucional normal com o governo desta decisão será dada conta à Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, reservando-se o Presidente da Mesa o direito de tomar as decisões adequadas, por todas as vias, incluindo a judicial, para ressarcir a OTOC dos prejuízos materiais e morais que, da atuação anormal do governo, nesta matéria, possam vir a resultar.
Lisboa, 1 de julho de 2014
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Manuel António dos Santos»
terça-feira, 22 de abril de 2014
20 milhões de euros para investimentos
Convocada Assembleia Geral de TOC's para decidir sobre os seguintes pontos:
1- Autorização para aquisição de instalações para centros de formação e futuras instalações Casa TOC em Lisboa e no Porto.
2- Alteração do orçamento 2014 da Ordem, com o acréscimo de cerca de 20 milhões de euros para investimentos.
3- Autorização para negociação e desenvolvimento do plano financeiro necessário e adequado para a concretização dos investimentos previstos no ponto 1;
4- Deliberação sobre a proposta de atribuir a qualidade de membro honorário a Carlos Alberto Afonso Rebelo.
Perante estes todos estes pontos de debate, as perguntas a fazer são:
- Não deviam ter já sido realizadas eleições para encontrar órgãos legítimos da OTOC?
e
- Mas quem é Carlos Alberto Afonso Rebelo???
Pensem nisto e apareçam na assembleia para fazer esta perguntas.
1- Autorização para aquisição de instalações para centros de formação e futuras instalações Casa TOC em Lisboa e no Porto.
2- Alteração do orçamento 2014 da Ordem, com o acréscimo de cerca de 20 milhões de euros para investimentos.
3- Autorização para negociação e desenvolvimento do plano financeiro necessário e adequado para a concretização dos investimentos previstos no ponto 1;
4- Deliberação sobre a proposta de atribuir a qualidade de membro honorário a Carlos Alberto Afonso Rebelo.
Perante estes todos estes pontos de debate, as perguntas a fazer são:
- Não deviam ter já sido realizadas eleições para encontrar órgãos legítimos da OTOC?
e
- Mas quem é Carlos Alberto Afonso Rebelo???
Pensem nisto e apareçam na assembleia para fazer esta perguntas.
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013
sábado, 21 de setembro de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quinta-feira, 21 de abril de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Contas 2010 aprovadas!
Em Aveiro
Assembleia Geral da OTOC aprova Relatório e Contas de 2010
O Relatório e Contas de 2010 e o Parecer do Conselho Fiscal foram aprovados por uma expressiva maioria dos membros que marcaram presença na Assembleia-Geral que se realizou em Aveiro, a 19 de Março.
Votações (173 presenças)
Relatório e Contas: 130 votos a favor; 37 contra e 6 abstenções.
Relatório e Parecer do Conselho Fiscal: 137 votos a favor, 30 contra e 6 abstenções.
Assembleia Geral da OTOC aprova Relatório e Contas de 2010
O Relatório e Contas de 2010 e o Parecer do Conselho Fiscal foram aprovados por uma expressiva maioria dos membros que marcaram presença na Assembleia-Geral que se realizou em Aveiro, a 19 de Março.
Votações (173 presenças)
Relatório e Contas: 130 votos a favor; 37 contra e 6 abstenções.
Relatório e Parecer do Conselho Fiscal: 137 votos a favor, 30 contra e 6 abstenções.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
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Mais um dia de exame para muitos que têm como objectivo de carreira a profissão de Técnico Oficial de Contas.