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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Inscrição na OTOC - resultados do exame de 15 de outubro de 2011

Os resultados do exame foram publicados a 10 de novembro de 2011.

Sabe já se és TOC aqui.

Mais informações:
Enunciados dos exames e grelhas de correção: aqui.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Novos TOC! Entrega de certificados!












A entrega de certificados aos novos membros (TOC), decorreu na sede da OTOC no passado dia 11 de Janeiro de 2011.

Pela imagem, podemos ver o Auditório da OTOC completamente cheio - resultado de quase 70% de aprovações no exame de Outubro de 2010 - bem como a novidade dos certificados serem entregues em canudo amarelo.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

689 novos TOC!

Pela primeira vez na "vida" dos exames de acesso à profissão de TOC a percentagem de aprovações foi positiva!

(Notícia na revista TOC n.º 129, pág.17).

Foram mesmo 2/3 dos candidatos os que passaram no último exame de 2010 para inscrição na OTOC!

Nos últimos anos a percentagem de aprovados no exame para inscrição como TOC ficava entre os 10% e 20% habitualmente.

Trata-se de uma subida nos resultados mais impressionante que as acções que o Cavaco vendeu!... e tal como as acções, a contabilidade - e hoje em dia com o SNC - vai justificar facilmente as razões de tamanha escalada.

A entrega de certificados aos novos membros (TOC), decorreu na sede da OTOC no passado dia 11 de Janeiro de 2011.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Apresentação do livro SNC - Contabilidade Financeira: Sua Aplicação

«SNC - Contabilidade Financeira: Sua Aplicação», livro da autoria de Ana Maria Rodrigues, Carla Carvalho, Domingos Cravo e Graça Azevedo, é apresentado na próxima quarta-feira, dia 15 de Setembro, pelas 16 horas, na sede da OTOC, em Lisboa. A apresentação da obra, com a chancela das Edições Almedina, estará a cargo do Bastonário da OTOC, Domingues de Azevedo e de Leonor Fernandes Ferreira, Professora da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e vice-presidente da Comissão Júri de Exame de Admissão à Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.
Trata-se de mais uma obra sobre o novo sistema normalizador com o apoio da entidade reguladora sobre uma matéria do maior interesse e oportunidade para os Técnicos Oficiais de Contas portugueses. Nesse sentido, a OTOC convida os profissionais interessados a estar presentes nas instalações da Ordem no próximo dia 15.

http://www.otoc.pt/noticias_site/detalhes.php?id=66427&t=Q29tdW5pY2Fkb3M=

Adaptado para o exame de Avaliação profissional da OTOC

+ de 1400 Questões de escolha múltipla resolvidas
+ de 120 Casos práticos resolvidos
+ de 110 Casos práticos para resolução
+ de 200 Questões de desenvolvimento (com tópicos de resposta e propostas)

http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=11764

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Exame da OTOC - Junho 2010 - Resultados e grelha de correção

22 de Julho de 2010 - A OTOC disponibiliza a partir de hoje os resultados do exame realizado em Junho 2010.

Podem consultar os resultados visitando o site da Ordem dos TOC, ou através deste link.

Foram também disponibilizadas as grelhas de correção das duas provas. Podem ver as grelhas na imagem ou através deste link.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Preparação para o próximo exame da OTOC

Estudar durante meses com um único objectivo: passar no exame de acesso à OTOC. Esta é a realidade da maioria dos recém-licenciados em contabilidade e gestão em Portugal.

O exame para o acesso à profissão de TOC ainda é considerado um bicho de sete cabeças para muitos, principalmente para quem vai fazer o exame pela primeira vez. No entanto, com os conhecimentos obtidos na licenciatura e algum treino baseado na realização de dois ou três dos anteriores exames (que a OTOC disponibiliza no seu site, com as respectivas grelhas de correcção), bastará ter confiança para fazer uma boa prova.

No próximo dia 13 de Março de 2010 será realizado mais um exame, por isso o "Forum dos TOC (não oficial)" consultou especialistas para ajudar os candidatos a prepararem-se melhor para o dia da prova e a obter êxito no exame, diminuindo o nervosismo e a ansiedade próprios destes momentos.

De acordo com certos psicólogos, a preparação para a prova de exame para inscrição como TOC envolve quatro aspectos principais: a preparação física, emocional, intelectual e espiritual.

“Deve-se cuidar da saúde física através de boa alimentação, dando repouso adequado ao corpo e praticando exercícios que estimulem a vitalidade e funcionamento saudável do organismo; realizar actividades e práticas para manter a calma e a serenidade, não deixando que o stress constante do exame - com a pressão das taxas de insucesso ou do número de perguntas e tempo para as responder - estimule reacções constantes de medo, raiva e tristeza; estudar com afinco as matérias do exame, descobrindo cada um a sua própria forma de aprender e resolver as questões, mas também ouvindo os conselhos dos professores e de TOC's conhecidos ou lendo dicas úteis de blogs ou fóruns especializados, e compreendendo que o passar e o não passar fazem parte do processo e que, em cada qualquer uma dessas situações, é possível tirar lições e ganhar experiência”, dizem os psicólogos.

Ficar nervoso perante os exames é comum e representa a ansiedade que todos sentem perante o desconhecido: “O medo de não passar gera estados de nervosismo que podem atrapalhar a concentração e mesmo a capacidade de recordar, durante a prova, o que foi estudado e aprendido”. Para manter a calma, os psicólogos consultados explicam que é preciso aceitar quer a possibilidade de passar como a de não passar, sem demasiada exigência e, ao mesmo tempo, devem-se realizar actividades que estimulem a tranquilidade e harmonia interior, tal como exercícios de relaxamento e meditação, massagem, acupunctura, entre outros.

Além disso, tudo que tinha que ser aprendido já se encontra gravado na memória antes da noite anterior à prova. Por isso, não adianta desgastar-se na véspera tentando decorar conhecimentos e por em dia um ou outro pormenor. “Embora cada candidato tenha seu próprio modo de actuar - na visão dos psicólogos - o melhor a fazer é tentar relaxar e descansar bem para no outro dia estar bem disposto, atento e calmo o suficiente para na prova se conseguir lembrar dos conhecimentos estudados durante vários meses”.

Sobre a vontade de se continuar a estudar na véspera da prova, afirmam os psicólogos que cada um deve seguir a sua consciência quando escolhe até que momento deve estudar. “No entanto, chama-se a atenção para o facto de, na véspera, geralmente é melhor relaxar e descansar do que ficar em stress a tentar gravar fórmulas e informações adquiridas à última da hora. Quanto mais tranquilo o candidato estiver, melhor a sua mente funcionará no momento da prova e mais acesso terá aos conhecimentos entretanto apreendidos”.

Mesmo assim, se o candidato sentir muita necessidade de estudar na véspera, os psicólogos consultados defendem que é melhor respeitar esse desejo do que se arrepender ou culpar depois. Ainda assim, recordam que consideram fundamental que na véspera haja maior dedicação à preparação emocional (manter-se calmo e relaxado) do que à intelectual (ficar a estudar até ao último momento).

NA NOITE ANTERIOR

Os psicólogos acrescentaram que não existe uma fórmula que defina como dormir melhor na véspera da prova. Isso porque, cada um tem uma relação diferente com o dormir e com o sono. No entanto, deixam algumas dicas que podem ajudar:

1) parar de estudar várias horas antes de ir dormir para a mente começar a repousar;

2) tomar um banho morno ou quente, que é relaxante;

3) por música tranquila e deitar-se na cama relaxando todo o corpo;

4) fazer um exercício de respiração prestando atenção, durante alguns minutos, ao ar que é inspirado e expirado (isto acalma as emoções e a mente, preparando o organismo para um sono mais profundo e reparador).

5) definir o despertador para uma hora que permita tomar um pequeno almoço com calma e evitar o transito para chegar atempadamente ao local do exame.

ALIMENTAÇÃO

Os cuidados com a alimentação também devem ser observados. Segundo a nutricionista que consultámos, uma semana antes da prova, por exemplo, já é bom comer coisas mais leves, evitando comidas pesadas e dando preferência às frutas e grelhados. “Também evitar os molhos, que podem provocar gases e diarreia. Na véspera, também não é muito bom comer muita fruta e salada, devido ao excesso de fibras. A refeição deve ser simples, como carne grelha com puré de batata”, disse.

Na manhã da prova, o ideal é optar por um pequeno almoço reforçado e não ir para a prova em jejum. Além disso, deve-se levar algum líquido - sendo o melhor água - para hidratar. Para quem costuma tomar café diariamente, deve optar por beber um cerca de 10 minutos antes do início da prova.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Novos TOC! (poucos mas bons!)

«Vocês serão os braços desta Instituição junto da sociedade civil.»

No início, os candidatos a tal missão eram 1 696, no final resistiram 152.

Pelo caminho ficaram 1 544.

Os números do último exame de acesso à profissão, realizado no passado dia 31 de Outubro, falam por si e estão sujeitos às interpretações mais variadas. Uma delas, apontará, certamente, para a maior exigência e salto qualitativo que se deseja imprimir à profissão e que podem ser subentendidas também na afirmação de Domingues de Azevedo, presidente da Direcção da OTOC.

Em torno dessa e de outras ideias girou a intervenção do responsável máximo da Ordem na cerimónia de entrega dos certificados aos novos membros, realizada no passado dia 2 de Fevereiro na sede da Instituição.

«Passaram a fazer parte desta família, mas é preciso que cada um tenha bem vincados dentro de si os valores de ética e deontologia», lembrou Domingues de Azevedo diante de uma plateia onde abundavam os rostos jovens, mas onde era possível também encontrar novos membros a acusarem já o desgaste dos anos, prova, afinal, de que nunca é tarde para apanhar o comboio da profissão.

«Esta é uma actividade de constantes desafios e permanentes actualizações. Não tenham dúvidas de que, por vezes, o desânimo tomará conta de vocês. Mas se assentarem a vossa acção na qualidade e na honorabilidade, mais cedo ou mais tarde o sucesso há-de bater-vos à porta», continuou o presidente da OTOC que não se cansou de acentuar a importância da vertente ética: «Nunca se esqueçam de que, se preterirem os valores deontológicos e éticos, eles acabarão sempre por reverter em vosso prejuízo.»

Num auditório que, a exemplo de cerimónias anteriores, registava lotação esgotada e onde os rostos femininos imperavam (do total de aprovações 57 por cento são mulheres) Domingues de Azevedo apontou depois para o futuro e para os desafios trazidos pelo novo ano. «Quando dizemos que queremos um profissional que crie valor nas empresas, pensamos em alguém que não seja um peso morto na estrutura da empresa, alguém a quem a entidade patronal não regateie o ordenado.»

Essa realidade será mais visível com a introdução do SNC: «As veredas que o POC nos colocou acabaram, como terminaram também as contabilidades por correspondência. O contabilista, com o SNC, tem de mostrar-se vivo e activo, alguém que está obrigado a conhecer o negócio.»

Texto integral disponível na Revista TOC n.º 119 - Fevereiro 2010

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Propostas eleitorais: aceso à profissão


Propostas da Lista A

Realizar
anualmente, em colaboração com as instituições do ensino superior que ministram cursos que dão acesso à inscrição na Ordem, um encontro de reflexão sobre o estado do ensino da Contabilidade, bem como a sua adequação ao exercício da profissão.

Manter
, em moldes a definir pelo Conselho Directivo, os exames de avaliação ou, em alternativa, procurar outros meios ou processos de avaliação dos conhecimentos profissionais dos candidatos à inscrição na Ordem.

Definir as condições e a estrutura dos respectivos exames de avaliação para o acesso aos colégios da especialidade, previstos no artigo 3.º do Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.


Propostas da Lista C

Rever
o acesso à profissão, exigindo-se que os novos candidatos a admitir sejam portadores de mais conhecimentos e experiência prática, com um sistema de estágios e de exames adequado à aferição dos conhecimentos necessários ao exercício da profissão.

Defender a existência de exames de acesso à profissão como elemento indispensável ao acesso à profissão, tornando-o mais exigente.

Promover
uma profunda reformulação dos conteúdos programáticos e dos exames, da responsabilidade exclusiva da respectiva Comissão, bem como das suas condições de realização, tornando-as mais dignas e minimizando o nível de incongruências já detectadas.

Aprofundar o trabalho com os estabelecimentos de ensino superior e a respectiva tutela, no sentido de se ultrapassarem algumas deficiências, cada vez mais notórias, no ensino da Contabilidade e da Fiscalidade, de forma a se obter uma uniformização lectiva em termos pedagógicos e científicos.

Criar a figura do TOC Estagiário, considerando-o como um pré-TOC, com acesso a todo o sistema de informação, formação e apoio técnico que a Ordem possibilite, incluindo os Fóruns. Dar maior ênfase à fase do estágio, tornando-o uma valia mais enriquecedora do currículo do futuro profissional, inclusive com o possível alargamento do período de duração do estágio.

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A lista B não está neste "post" porque não foram encontradas propostas sobre acesso à profissão de TOC no respectivo site de campanha.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Uma interrupção no tema ELEIÇÕES na OTOC para...



...um comunicado:



«Exames de avaliação profissional: estrutura e conteúdo


Em virtude de terem chegado ao nosso conhecimento dúvidas sobre a realização dos exames profissionais, informa-se o seguinte.

Estrutura:
O exame apresentará a mesma estrutura e duração dos exames
anteriores. Isto é, uma prova s/ matérias estatutárias e deontológicas e uma prova s/ matérias contabilísticas e fiscais.

Conteúdos:
As questões propostas nos exames, à semelhança, de todos os
anteriores, versarão sobre a legislação em vigor à data do exame. Assim, a prova s/ matérias estatutárias e deontológicas incidirá s/ o "novo" estatuto da Ordem (Decreto-Lei n.º 310/2009 de 26 de Outubro) e a prova s/ matérias contabilísticas e fiscais terá em conta o SNC e o "novo" CIRC (Decreto-Lei n.º 159/2009 e Decreto-Regulamentar 25/2009.

Lisboa, 13 de Janeiro de 2010


O Presidente da Comissão de inscrição


Ezequiel Fernandes
»

(original disponível em
http://www.ctoc.pt/fotos/editor2/Examesconteúdoestrutura.pdf)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Exame na Ordem?


Porque o bastonário da Ordem dos Advogados não confia nos cursos de Bolonha, avança com o exame para acesso à ordem profissional dos advogados. Esta posição pode influenciar outras associações públicas profissionais a proceder da mesma maneira... Mas os alunos de Direito prometem não ficar de braços cruzados e unem-se para o "combate". Eis como o "braço-de-ferro" está por agora:

Os alunos «Estão “descontentes e desagradados”. Querem que a Ordem dos Advogados recue na deliberação tomada relativamente à criação de um segundo exame de acesso à Ordem dos Advogados. “É uma restrição a uma profissão que é liberal”, afirmam a Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa e as Associações de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, Minho e Católica do Porto.

As escolas de Direito de Portugal abriram as portas com uma novidade que desagradou e fez mover os estudantes da área. Rapidamente, quiseram lançar o alerta aos meios de comunicação social sobre a deliberação do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, tomada durante o período de férias dos alunos (a 31 de Agosto).

O bastonário da Ordem dos Advogados (OA), Marinho Pinto, aprovou o exame nacional de acesso ao estágio de advocacia, que será exigido aos licenciados em Direito a partir de 1 de Janeiro, “como forma de selecção dos candidatos mais aptos a virem a exercer a Advocacia”, pode ler-se na deliberação do Conselho Geral da OA. Anteriormente os estudantes realizavam apenas o exame de agregação, após o estágio ministrado pela Ordem.

“Restringe em muito a liberdade de acesso à profissão. Coloca em causa a qualidade do ensino que frequentamos”, sustenta João Ascenso, presidente da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa (AADFL), ao Canal UP, lembrando que o exame de Agregação à Ordem é “a ferramenta correcta e necessária para averiguar se o licenciado está ou não apto a exercer a profissão de Advogado”.

João Ascenso fala em nome de quatro associações – Académica da Faculdade de Direito de Lisboa e as Associações de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade do Porto, Minho e Católica do Porto – ao dizer que “não é função da Ordem dos Advogados verificar se os cursos têm qualidade ou não”.

“A função de acreditar os cursos pertence actualmente à Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior e através deste exame, a Ordem arroga-se das funções da Agência”, explicam em nota enviada às redacções. Os estudantes concordam, no entanto, com a OA ao afirmar que é necessária “maior exigência na acreditação dos cursos e de contenção na abertura de vagas”.

Ainda no comunicado redigido pelas quatro associações, os alunos frisam que o novo modelo de acesso à Ordem “ataca a igualdade de oportunidades dos licenciados antes e depois do Processo de Bolonha, tendo aqueles [alunos pré-Bolonha] o seu acesso garantido ao estágio”. “É ter uma visão corporativista e elitista do que deve ser a profissão e é impedir que o mercado regule o número de licenciados existentes”, sublinham.

As declarações do presidente da AAFDL são também uma resposta às palavras de Marinho Pinto, registadas na deliberação, quando afirma que “o ensino do Direito em Portugal se degradou nos últimos 30 anos” e que a implementação de Bolonha “veio acentuar ainda mais a diminuição das qualificações científicas de alguns licenciados que hoje se candidatam ao exercício das profissões forenses”.

Os alunos lamentam que a decisão não tenha sido discutida com a comunidade académica e em declarações ao Canal UP, João Ascenso afirma que “a Ordem fecha-se e não ouve ninguém”. Mas a esperança mora entre os estudantes que exigem que a OA reconsidere a deliberação.

Para estancar a nova medida, os alunos vão entregar em mãos uma carta aberta nas sedes distritais da Ordem de Lisboa e Porto, esta sexta-feira. “Queremos que haja alguma pressão de outras entidades para nos ajudar”. João Ascenso fala dos partidos políticos com assento na Assembleia da República e das próprias entidades inseridas na OA. “Se for necessário” os estudantes dizem que vão levar, eles próprios, a discussão à Assembleia da República.» (www.canalup.tv)

Será que também os alunos de cursos que permitem o acesso à profissão de TOC têm o mesmo poder de união e reinvidicação?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

As novas regras do exame

Nova legislação, novo regulamento de exame.






















Completo, organizado... muito estudo pela frente! A vida não está facilitada para quem quer ser membro da Ordem.

Fossem os exames para Técnico Oficial de Contas assim...

sexta-feira, 20 de março de 2009

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Temporariamente indisponível

O título deste post parece ilustrar na perfeição o site da CTOC nos últimos dias...

E logo agora que todos os que fizeram o exame no passado dia 21 de Junho esperam e desesperam por novidades quanto aos resultados...

Vá lá... senhores e senhoras da CTOC: deixem estes nossos futuros colegas ir de férias descansados!

O quê?! Já estão quase a sair os resultados? A sério?!!

Parece que se confirma... é só seguir este link até ao site da CTOC.

Pronto, não são os resultados, mas já é qualquer coisa!...

Continuem a passar pelo site da CTOC (se funcionar, claro!), de certeza que durante a semana que vem vão estar lá os resultados.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Definido o calendário para os próximos exames

2009 - 15, 16 e 17 de Setembro;
2010 - 14, 15 e 16 de Setembro;
2011 - 13, 14 e 15 de Setembro.

Um exame com duração de três dias, realizando-se uma prova cada dia.

Cada prova desafiará os candidatos a demonstrar as suas competências face a simulações e cenários empresariais representativos de desafios que os futuros profissionais sejam confrontados na prestação de trabalho real.

A estrutura do exame:

A primeira prova tem uma duração de 5 horas e consiste numa simulação empresarial relativa a uma única entidade.

As restantes duas provas terão a duração de 4 horas cada, cada uma propondo duas ou mais simulações.

O grau de complexidade proposto para as provas será tido em rigorosa atenção de modo a garantir que os candidatos têm tempo suficiente para apresentar as suas respostas.

Conteúdos a considerar:

As simulações propostas irão avaliar os conhecimentos e competências nas diversas áreas de formação definidas para os profissionais:

-Administração, estratégia e gestão do risco: 5 a 10%;
-Contabilidade e finanças: 10 a 20%;
-Fiscalidade: 10 a 20%;
-Controlo / Auditoria: 25 a 35%;
-Relato financeiro e avaliação da performance: 20 a 30%;
-Gestão/tomada de decisão: 10 a 20%.

Nas provas a realizar serão ainda testadas as capacidades de utilização de tecnologias de informação ao serviço da profissão.

Todos os detalhes sobre o exame, consulte aqui.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

PROJECTO DE LEI N.º 384/X (REGIME DAS ASSOCIAÇÕES PÚBLICAS PROFISSIONAIS)

«Exames de admissão às profissões podem retirar poder às Ordens

O projecto de lei permite ao Governo impugnar as normas e os regulamentos de funcionamento das Ordens profissionais.»

por Mário Baptista in Diário Económico, 2007/09/20.

«As ordens profissionais vão deixar de poder realizar exames de acesso à profissão, tendo de aceitar como inscritos todos os licenciados. A medida consta do projecto do PS que já foi aprovado no plenário da Assembleia da República, e que vai ser agora analisado em detalhe na comissão parlamentar do Trabalho.

O documento, assinado pelo líder parlamentar do PS, Alberto Martins, e em que participou o constitucionalista Vital Moreira, é muito claro: “Em caso algum haverá ‘numerus clausus’ no acesso à profissão, nem exame de entrada na profissão, nem acreditação, pelas associações profissionais, de cursos oficialmente reconhecidos”.

Acaba assim, a prática de algumas ordens, como a dos Advogados, de realizarem exames para o acesso à profissão. Qualquer estudante que acabe um curso cuja profissão seja regulada, passa a ter acesso directo à ordem e à profissão.

A discordância com esta medida é tão forte que, sabe o Diário Económico, o Conselho Nacional das Profissões – o organismo que reúne mais de uma dezena de ordens – vai hoje ter uma reunião, de onde sairá um documento que vai ser entregue aos deputados, exigindo várias alterações a esta lei aprovada por todas as bancadas.

A primeira questão que terá de ser resolvida pelos deputados tem que ver com o universo a que se aplicarão as novas regras: Só às futuras ordens, ou às actuais? O PSD é taxativo: “Não faz sentido haver ordens com regras diferentes, quando o objectivo da lei é uniformizar o funcionamento”, explica ao Diário Económico o deputado Hugo Velosa, que aproveita para garantir que esta será a primeira proposta de alteração que o PSD vai apresentar na comissão. O PS – que inscreveu na lei que a proposta não se aplica às actuais ordens – admite mudar de posição, mas aguarda pelo debate para definir as alterações que fará ao diploma. O constitucionalista Vital Moreira disse ao Diário Económico, de forma taxativa, que a nova lei deve ser aplicada a todas as profissões.

As próprias ordens têm a mesma opinião: “Nós queremos uma lei-quadro aplicável a todos, mas com alterações”, explicou ao Diário Económico o bastonário dos Engenheiros, que é também o presidente da Associação das Ordens Profissionais. Outro dos aspectos que preocupa muito as ordens é o artigo que diz que o Governo passará a ter uma “tutela” sobre as normas de funcionamento e os regulamentos de cada associação. “As ordens têm de defender a independência do poder político”, salienta o bastonário dos Engenheiros.


PS admite alterar lei no debate no Parlamento
“Há interesse em uniformizar, mas não é dramático haver regimes diferentes” para as várias ordens profissionais, considera o porta-voz do PS. Vitalino Canas, que é também o subscritor do projecto que foi aprovado no Parlamento, e que está agora para discussão na comissão parlamentar do Trabalho, admite alterar a lei, mas não se compromete com nada de específico: “O debate não chegou ainda a esse ponto”. De resto, Vitalino remete mais esclarecimentos para o trabalho que vai ser feito em comissão, explicando que já não é o deputado responsável pelo acompanhamento dos trabalhos nesta comissão. Mais assertivo, o deputado do PSD que tem este dossier não tem dúvidas de que “não faz sentido haver regimes diferentes para as Ordens profissionais. Ao Diário Económico, Hugo Velosa explica que a aplicação das regras a todas as ordens é uma das propostas de alteração que vai ser apresentada quando começar o debate. O diploma que está por agendar na comissão do Trabalho promete gerar polémica, não só pelas audições das várias ordens, mas também pelas próprias divisões dentro do PS. De acordo com as informações recolhidas pelo Diário Económico, há deputados do PS que consideram que o regime tem de ser aplicado a todas as ordens, e há ainda outros que defendem que qualquer alteração nos estatutos ou regras de funcionamento as ordens tem de “aproximar da nova lei”.


As opiniões das ordens sobre as alterações

1 - “Temos de salvaguardar o facilitismo dos Governos”
Um escândalo. É assim que o bastonário da Ordem dos Engenheiros olha para a nova lei-quadro. Para Fernando Santo, o principal problema tem que ver com o acesso: “Ao obrigarem-nos a acolher todos os licenciados em engenharia, obrigam-nos a fingir que todos os cursos são bons, quando sabemos que não são”. É preciso “salvaguardar a reserva de confiança pública para fazer face ao facilitismo que os políticos deixaram criar nas universidades”. (...)

2 - “Proibição de exames de acesso deve ser eliminada”
O bastonário da Ordem dos Economistas, Francisco Murteira Nabo, também critica a nova lei. Num documento que já foi enviado para o Parlamento, a Ordem dos Economistas sublinha que a proibição de realizar exames de acesso à ordem deve ser “eliminada”. Por outro lado, a ordem quer também ser incluída no âmbito desta nova lei, mas desde que algumas das alterações mais criticadas desapareçam durante o debate na especialidade, no Parlamento. (...)

3 - “Há dúvidas sobre alguns estabelecimentos de ensino”
“As ordens têm de regular o acesso à profissão, até porque há dúvidas sobre a qualidade de alguns estabelecimentos de ensino”, diz o bastonário dos Advogados, que considera que “a auto-regulação nasce do Estado, não das intenções de qualquer Governo. Rogério Alves é o bastonário da mais antiga ordem do país. (...)

4 - Arquitectura, a “Ordem dos tempos Modernos”
Manuel Vicente considera-se o presidente de uma ordem “dos tempos modernos”. Sucedendo a Helena Roseta, Vicente tem a tarefa de ombrear com a mediática deputada do PS que é agora vereadora da Câmara de Lisboa, liderada por António Costa. (...)

5 - “Tem que haver forma de controlar o acesso”
O problema do acesso “não é significativo para nós”, porque não há exames de acesso à ordem, lembra o bastonário dos Médicos. Pedro Nunes diz, no entanto, “compreender a necessidade de haver uma forma de controlar o acesso à profissão”. (...)

6 - “É perigosíssimo retirar o controlo do acesso”
Maria Augusta de Sousa não tem dúvidas: “Quando se fazem leis, é porque se quer mandar”. A bastonária dos Enfermeiros salienta que “alguns aspectos da lei até vão contra a Constituição”, mas o maior problema é mesmo o facto de a lei “retirar da auto-regulação a capacidade de controlar o acesso”. É, sublinha a bastonária, “perigosíssimo” porque, já assim, “os mecanismos de controlo no acesso à profissão já são muito poucos”. (...)»

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