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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Eleições na OTOC em 2014!


Estão abertas as candidaturas para o próximo ato eleitoral na OTOC!

A todos os interessados em ser tratados por Bastonário ou Bastonária, basta que se juntem a uma equipa de candidatos a ocupar os novos orgãos sociais e reunam 500 assinaturas que subscrevam as suas candidaturas.


Quinhentas assinaturas em quase 80 mil membros, qual é dificuldade?

Quem acha que o atual Bastonário está lá à tempo a mais??? 

Atenção, o prazo para apresentação das candidaturas termina a meio de agosto! 





Esperamos agora que surjam candidatos e/ou candidatas.



Depois... depois é a campanha eleitora.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Finalmente eleições na OTOC!

Comunicado do Presidente da Mesa da Assembleia Geral:

«No dia 10 de outubro de 2013 dirigi-me aos membros da OTOC, através de um comunicado neste sítio, onde dava conta da minha decisão de proceder ao adiamento da convocatória de eleições, tendo em conta razões que, então, expliquei pormenorizadamente.

Dou aqui por integralmente reproduzido o referido comunicado que, adicionalmente, se encontra em disponível na seguinte ligação.

Para lá dos argumentos aduzidos e explicados, a minha decisão teve o conforto de um parecer da Assembleia Geral extraordinária, realizada a 13 de setembro, que se pronunciou, maioritariamente, no sentido que acabou por constituir o essencial da minha decisão.

Nessa reunião magna comprometi-me a rever a minha posição, marcando de imediato eleições, caso não fosse publicado, até ao dia 1 de julho de 2014, o novo estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.

Como é do conhecimento de todos os membros, o governo, apesar de todas as afirmações feitas sobre a matéria e no desrespeito de todos os prazos que se fixou para obter a aprovação de um novo estatuto para as associações profissionais, não cumpriu nenhum dos objetivos.

É conhecido que a necessidade de aprovar novos estatutos resulta imperativamente da Lei n.º 2/2013 de 10 de janeiro, onde constam os prazos, os limites e as datas que as diversas partes deveriam respeitar para atingir o objetivo final.

Como já foi comunicado, a OTOC cumpriu, rigorosamente, todas as obrigações, como era seu dever, mas o governo falhou sistematicamente todos esses compromissos.

Esta incapacidade do governo cumprir o que determinou, para os outros e para si próprio, criou um processo delicado para a generalidade das associações profissionais e um processo muito delicado para aquelas que, como a OTOC, tinham durante o ano de 2013, processos eleitorais ordinários.

Antecipando estas dificuldades o Presidente da Mesa da Assembleia Geral informou, regularmente, a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, dos inconvenientes criados com a situação de vazio legal, solicitou informação sobre o processo legislativo e sugeriu mesmo fórmulas jurídicas transitórias para ultrapassar parcialmente o conflito de interesses.

A todas as diligências do Presidente da Mesa da Assembleia Geral a Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais respondeu com o silêncio, denotando, desta forma, o tipo de relação dominante que deseja manter com esta associação profissional de interesse público.

A título de inciso, registo que esta atitude de falta de diálogo se tem vindo a replicar noutras circunstâncias, como, ainda recentemente sucedeu com o verificado mau funcionamento do portal das finanças e com os prejuízos que daí resultaram para os TOC.

Colocado perante a atual situação e não tendo qualquer indicação credível sobre uma data para a aprovação dos novos estatutos (apesar do governo ter recentemente incluído em mais um seu Roteiro sobre reformas – o Caminho para o Crescimento - a possibilidade deste processo estar encerrado no terceiro trimestre deste ano), e procurando escrupulosamente cumprir os compromissos que assumi perante a Assembleia Geral, venho por esta forma anunciar que marcarei o próximo ato eleitoral para o dia 17 de outubro do corrente ano.

Esta, além do mais, é uma data muito significativa para a nossa instituição pois foi em 17 de outubro de 1995 (há 19 anos, portanto) que foi aprovado o Decreto-Lei n.º 265/95 que criou a Associação dos Técnicos Oficiais de Contas e consagrou os respetivos estatutos.

Estas eleições decorrerão, obviamente, no quadro do regime dos atuais estatutos respeitando a orgânica neles consagrada e o mandato neles definido.

Como referi no comunicado anterior, os órgãos sociais da Ordem têm-se mantido e vão-se manter, na plenitude das suas funções e competências, competindo ao Presidente da Mesa assegurar o respeito rigoroso pelo cumprimento das normas estatutárias.

Reafirmando o desejo de manter uma cooperação institucional normal com o governo desta decisão será dada conta à Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, reservando-se o Presidente da Mesa o direito de tomar as decisões adequadas, por todas as vias, incluindo a judicial, para ressarcir a OTOC dos prejuízos materiais e morais que, da atuação anormal do governo, nesta matéria, possam vir a resultar.

Lisboa, 1 de julho de 2014

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Manuel António dos Santos»

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O PORQUÊ da Lista B na candidatura à OTOC

«Queria Napoleão que a palavra “impossível” fosse suprimida dos dicionários.

Se temos que fazer alguma coisa, se temos uma tarefa a cumprir, se temos algo a executar, é bom que o façamos ... e já!

É agora ou nunca, porque amanhã ... “para amanhã” é a mentira piedosa com que se iludem as vontades fracas.

Quando há vontade, até aqueles que nada têm conseguem dar.


Poucas coisas são, em si, impraticáveis; e os homens fracassam mais por falta de esforços que por falta de meios; os fortes não fracassam, e fraco é aquele que fraco se imagina.


Uma gera
ção constrói as estradas por onde as próximas gerações circularão, já era essa a opinião de Abraham Lincoln que afirmou: “não me interessa quem foi meu avô; tenho muito mais interesse em saber quem será o meu neto”.

Para todas as coisas há um tempo determinado e agora é o tempo
de realizarmos este empreendimento, pois aos nossos filhos seguir-se-ão os nossos netos, e temos a obrigação de lhes deixar um mundo melhor do que aquele que encontrámos e se estamos convictos da nossa capacidade de mudança para melhor, então façamo-lo ... é o nosso dever, o nosso compromisso com o futuro.

Não terá sido escolhido por tal razão, mas o lema da candidatura do Dr. Rosado Valente “decidir no presente, para ganhar o futuro” vem inequivocamente no seguimento das palavras de Abraham Lincoln, e não nos resta, se temos carácter, senão, seguindo o conceito deste grande homem, garantir um caminho expurgado de escolhos para os nossos vindouros.

Mas para garantir um caminho expurgado de escolhos (a lei 6/2008, tal como se encontra, é um escolho para o futuro) não chega solicitá-lo, porque, infelizmente sempre houve e haverá “Velhos do Restelo” que a tal empreendimento se oporão, e então, ontem como hoje, se queremos percorrer o caminho, ontem das Índias, hoje do Progresso Sustentável, há que, com os olhos na paz, partir para a guerra.

Não repararam no “Velho do Restelo”? Vejam, mas com olhos de ver pois ele lá está, é aquele que destrói e mina por dentro o fim orgânico dos Lusíadas (um velho d'aspeito venerando, / Que ficava nas praias, entre a gente, / Postos em nós os olhos, meneando / Três vezes a cabeça, descontente); é que os Velhos do Restelo são é como o vento, e para ver e conhecer o vento são necessários os olhos da inteligência e temos que nos socorrer do provérbio árabe “se queres conhecer o vento ... observa o movimento da areia”.

Deixando-o (o Velho) na praia que escolheu, partimos, tal como na epopeia marítima portuguesa, de que tanto nos orgulhamos, para esta guerra em defesa de “Um Futuro” e não da vaidade de um conquistador.

É todo um projecto e anseio de uma classe que está em causa.
E foi por acreditarmos nos princípios desta candidatura e nas capacidades do candidato a bastonário que aceitámos integrar tal projecto; o Dr. Rosado Valente é o valente da citação de Damião de Goes: “vale mais um exército de ovelhas comandado por um leão do que um exército de leões comandado por uma ovelha”.

Acreditamos nas capacidades e potencialidades do Dr. Rosado Valente, e não estamos aqui a referi-lo como elogio barato ou homenagem, pois o homem virtuoso dispensa-as, apenas o vaidoso as divulga (Gabriel Senac de Meilhan).
Estamos com o Dr. Rosado Valente porque é um Homem que almeja a Honra e não as honrarias, e tal como de Lartigue acreditamos que “basta um herói entre mil escravos para que todos se libertem”.

Porque é que estamos, na e com, a candidatura à OTOC, da Lista B? Porque acreditamos no Futuro, na Honestidade, na Verdade e na Verticalidade.»

Por: Dra. Tânia Alves de Jesus (Candidata da Lista B a 1º Vogal do Conselho Disciplinar)

Toc nº 83882;
Doutoranda e Mestre Contabilidade;
Docente no ISCAL;
Formadora;
Autora Livro sobre SNC e Vários Artigos Técnicos e Científicos

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Eleições na CTOC: próxima Sexta-feira dia 07/12/2007

Lá fora, fora da internet, dos fóruns, dos blogs... Não se ouve falar da Lista B.

Mesmo o bolg/site oficial da Lista B não tem actualizações frequentes e isso não mobiliza, antes dá má impressão a quem quer acreditar que existe uma alternativa.

Sei que este movimento "silencioso" tem virtudes e já certos colegas me confidenciaram que os seus chefes - proprietários/directores de empresas de contabilidade, "indicaram sentido de voto" para a Lista B.

Espera-se então pela surpresa... quando nada o faça esperar, "contrariando todas as sondagens", a massa anónima e silenciosa, que clama há muito por alternância democrática, elege os candidatos da Lista B com o inesperado voto nas urnas - pelo menos assim muitos nesta Comunidade confiam.

Mas alguma falta de iniciativa, de dinâmica no blog/site da Lista B, preocupa-me... creio que assim talvez fique "curto"...

O Blog/site oficial precisa de actualizações diárias - de preferência mais do que uma por dia - com ideias, propostas, comentários, apelo à participação. Actualmente a maioria votante de TOC são jovens (mais de 60%), logo "consumidores" habituais de internet!

Para além da net, a campanha precisa outras iniciativas - ainda que simples.

Lembro-me por exemplo de uma eleição em que as forças de ambas as candidaturas equiparavam-se às das Listas A e B dos TOC numa fase inicial da campanha.

A lista (supostamente) mais fraca teve então uma ideia extremamente simples (mas genial!) que no fim lhe permitiu vencer as eleições: apenas recortou em papel autocolante colorido (amarelo fluorescente, no caso) a letra que representava a sua campanha. Concentrou então todas as forças na distribuição massiva da letra e isso, num cenário - tal como o actual da CTOC - em que à boca pequena se clama por alternativas, resultou!

Simplesmente isso: uma letra recortada e colorida, na mão, no peito, num caderno, numa pasta, no vidro de um carro; foi determinante para dar visibilidade e confiança aos eleitores - principalmente os divididos entre o conforto do status quo e a incerteza da vontade de mudança.

Por isso: que tal recortarem de papel autocolante colorido (amarelo, azul... qualquer cor) uma simples letra B e distribuirem-na a todos: TOC ou não, amigos, familiares, outros... colem-na numa paragem de autocarro, num poste de iluminação, no computador portátil, na traseira do autocarro, em qualquer lado...

Para os que dirão: para isso já é tarde... só relembro a mobilização para a recolha de assinaturas e o tempo que foi necessário para as obter e entregá-las na CTOC. Muitos pensaram que seria impossível... e no entanto...

Votarei presencialmente, na lista B, oBviamente!

(passem também por http://toc.informe.com)

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