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domingo, 29 de dezembro de 2013

Plano para 2014 sem ninguém para o cumprir

)
Os órgãos aprovam um plano de actividades que... não podem cumprir.
A lei 2/2013 foi criada com a previsão de ainda em 2013 todos os estatutos das ordens estivessem alterados e aprovados pelo parlamento. 
Como isso não aconteceu o estatuto da OTOC o DL 310/2009 manteve-se em vigor e assim o mandato dos órgãos da OTOC termina a 31 de dezembro de 2013.
Como não se realizaram eleições - a Ordem dos Advogados na mesma situação realizou - a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas deve iniciar o ano de 2014 sem órgãos mandatados. 
Que futuro reserva-se para os OTOC?
 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: candiato em discurso directo



“REPRESENTAÇÕES REGIONAIS”




“A RESPONSABILIDADE DO TOC”




"A FORMAÇÃO DO TOC"




"SOLIDARIEDADE TOC"

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Domingues Azevedo: candidato, campeão das províncias

Em mais uma entrevista em período de campanha eleitoral, o candidato a bastonário da OTOC fala sobre a inferioridade que marcou os últimos 15 anos da profissão de TOC sob a sua liderança.

O
Campeão das Províncias em entrevista publicada na edição de 18 de Fevereiro de 2010 daquele jornal de Coimbra:

Destaques:
«...carece de sentido que os profissionais... sejam concepcionados num patamar inferior»

«...uma nova visão... de um profissional adaptado... numa espécie de braço direito dos empresários»

«...uma organização especializada que trate dos diversos e heterogéneos problemas que a vida do dia a dia lhes aporta»

«...gerando-se entre um e outro uma espécie de compromisso... em que ambos... confluem para a mesma meta e encontram-se imbuídos dos mesmos objectivos»

«Um companheiro que acompanha»


Leitura integral da entrevista a Domingues Azevedo: aperte aqui.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Rosado Valente: candidato de muitas páginas...

De novo neste blog, de novo a pedido de várias famílias, de novo em vídeo.





Rosado Valente: Mais de DOZE MINUTOS a plenos pulmões!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: a Voz do candidato


Vitor Vicente não surge em vídeos de campanha, mas para todos os que não o conhecem e gostariam de ter uma melhor ideia da imagem do candidato, podem agora aliar qualquer foto que já tenham visto, ao som captado em entrevista na TSF: para ouvir, aperte aqui.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Domingues Azevedo: O candidato transcendental


«Nesta fase tão importante para o futuro da profissão, a escolha do bastonário é determinante para alcançar novas conquistas.

Segundo Ralph Waldo Emerson, os nossos conhecimentos são a reunião do raciocínio e experiência de numerosas mentes. Revejo no Domingues de Azevedo essas duas qualidades, bem como a virtude de ter escolhido pessoas com reconhecimento e trabalho desenvolvido, em prol dos Técnicos Oficiais de Contas.

Certamente que o gosto por novos desafios e a vontade de continuar a desenvolver projectos inovadores, conduz-me a desejar o maior sucesso pessoal e profissional ao Domingues de Azevedo e a toda a sua equipa.»


Texto retirado do
site de campanha da Lista A, de autoria de Ambrósio José da Silva Teixeira, TOC 58663

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: quem não se sente...

«De que tem medo Domingues Azevedo?

O candidato a bastonário pela Lista A, em entrevista à Vida Económica, veio atacar directamente a Lista C em termos que exigem uma resposta.

Como nota prévia, questionamo-nos que motivos terão determinado que o extracto da entrevista publicado na versão impressa daquele semanário económico não referiu o ataque à Lista C que a versão electrónica, reservada apenas a assinantes, acaba por revelar a quem aí consegue aceder. Que terá querido Domingues Azevedo esconder?

Domingues de Azevedo, em grande estilo habilidoso que já não convence ninguém, faz acusações gerais, lançando fumo e poeira para os olhos dos mais incautos, sem referir, objectivamente, qualquer facto concreto. Vejamos:

a) “A lista C vem propor medidas que manifestamente não são boas para a profissão nem para os profissionais, como é o caso da alteração do Estatuto, colocando-o em conformidade com a Lei 6/2008.

Domingues de Azevedo explica por que motivo a Lei n.º 6/2008 não é boa para os profissionais? Não. Nem o poderia nunca fazer. Claro que nem todas as leis são perfeitas, mas, caso não o sejam, devem ser corrigidas e melhoradas. Ora, quais são as imperfeições da Lei n.º 6/2008 que Domingues de Azevedo e a direcção acham que devem ser corrigidas? Não sabemos.

Na realidade, a Lei n.º 6/2008 deve ser acolhida pelas actuais instituições reguladoras, dado que ela tem como objectivo proteger o interesse público das profissões, não descurando o interesse particular dos profissionais. Sejamos objectivos: a fiscalização da Ordem pelo Tribunal de Contas ou a limitação de mandatos nos respectivos órgãos, por exemplo, prejudicam os profissionais ou, pelo contrário, como refere o programa da Lista C, aumentam as “garantias de transparência, democraticidade, controlo democrático e equilíbrio entre os poderes dos diversos órgãos”?

b) “Repare-se que não obstante a lei prever essa possibilidade, até ao momento, ainda nenhuma das Ordens de regulação profissional existentes à data da aprovação da lei, adoptaram a respectiva aplicação. Para além da nossa própria leitura, aquele facto é a prova inequívoca que a Lei 6/2008 não se encontra enquadrada no espírito e na nossa realidade objectiva do associativismo público.

Mais fumo, mais poeira. Será que a Lei n.º 6/2008 foi feita para aplicação no planeta Marte? Ou será que o tão autoproclamado espírito democrático de um político com 15 anos de lides parlamentares, como consta do currículo de Domingues de Azevedo, entende que as leis aprovadas pela casa da democracia não tiveram em conta o “espírito e a realidade objectiva do associativismo público”? Que terá mudado de 2008 para 2009? Ou será que é o espírito de Domingues de Azevedo que não consegue respeitar a lei?!

Na realidade, não sendo as disposições da Lei n.º 6/2008 obrigatórias nem imprescindíveis para as ordens já existentes, é natural que estas levem algum tempo a decidir adoptá-las. Por outro lado, alguns dos aspectos previstos na Lei são já seguidos por diversas ordens, mas não na OTOC, como é o caso da limitação de mandatos.

c) “O próprio programa deixa transparecer muita insegurança nas metas propostas.

Ai sim?! Insegurança?! Dos proponentes ou das medidas? Insegurança para a instituição reguladora ou insegurança para os profissionais? Em que pontos do programa da Lista C vê Domingues de Azevedo insegurança nas metas propostas? Não diz e, por isso, ficamos sem saber - mais fumo, mais poeira.

d) “Não se discute o direito que qualquer membro da Ordem tem de apresentar-se como candidato aos órgãos, mas sim os efeitos que poderiam ter na profissão a total e completa ausência de conhecimento e sensibilidade para lidar com os problemas diários e são muitos.

Domingues de Azevedo gosta de passar atestados de ignorância e de incompetência aos seus adversários. Eles podem ser TOC diligentes e responsáveis, conhecedores da lei comercial, da lei fiscal, da técnica contabilística, da técnica informática, que usam diariamente na sua actividade profissional. Muitos serão, inclusive, gestores das suas próprias empresas e auxiliam a gestão de empresas suas clientes, de todo o tipo e dimensão. Mas a OTOC é um bicho de sete cabeças só ao alcance de muito poucos. Revelando os TOC, em geral, competência, conhecimentos e responsabilidade, é curioso como tantos ignorantes e incompetentes se juntaram para fazer oposição a Domingues de Azevedo. Alguém acredita numa coisa destas?

e) “Não julguem que isto é para mim motivo de júbilo, antes pelo contrário. Entristece-me. Não me candidato ao cargo, apenas porque dele posso ter apetência. Candidato-me, porque estou convencido que a profissão precisa de mim e que eu ainda tenho algo de positivo a dar a este projecto.

Para além das ridículas lágrimas de crocodilo, verdadeiramente patético é o paternalismo primário que transparece nestas afirmações. Importa salientar que a História está cheia de pessoas insubstituíveis que tiveram muita dificuldade em largar o poder, devido ao superior interesse da populaça. Por muito que lhes possa ter custado, todas elas um dia tiveram mesmo de ser substituídas.»

Retirado do blog da Lista C

Rosado Valente: uma questão de dinheiro

«Há petróleo na Barbosa Du Bocage ?

Sou leitor diário de jornais, num processo mecânico e rápido de leitura, enquanto mastigo o croissant folhado acompanhado da “meia de leite”, antecedendo o inicio de mais um dia de trabalho no escritório.

Em todos eles (desportivos e de informação geral) tenho vindo a notar a publicidade sistemática e persistente de apoio à lista A. Tudo bem, tudo normal, já que estamos em plena campanha e nada há a objectar; as outras listas também vão fazendo pela vida, numa espécie de campeonato dos últimos, tal a disparidade de meios financeiros.

Contudo, hoje, na minha leitura semanal do Expresso, deparei ao virar a página, com algum susto diria – tal a violência do impacto – com mais um anúncio desta vez a meia página!1 , onde surge a figura tutelar, omnipresente, quiçá omnisciente do putativo (e eterno?) candidato a Presidente da OTOC.

Não me move qualquer preconceito relativamente ao meu ilustre colega e Presidente.

No entanto, e a propósito de eleições e de acesso aos mesmos meios,com a finalidade essencial de garantir a todos, sem excepção, um tratamento igualitário , numa lógica de democracia tão do agrado do colega candidato, sugiro que em futuros actos eleitorais se proporcione a todas as listas o direito de chegar aos TOC em circunstâncias iguais.

E depois, cada um de per si, apenas com a força dos argumentos, sem golpes baixos, jogos de bastidores ou calúnias, tentaria convencer os seus pares da bondade do seu programa, e captar o maior número de votos para a sua lista.

As sucessivas eleições sempre estiveram inquinadas de processos mais ou menos prepotentes, onde em nome duma pretensa legalidade e de respeito serôdio pelos Estatutos, se impediu aos candidatos concorrentes o acesso aos mesmos meios e consequentemente, a uma igual capacidade de disputar as eleições. E assim, o poder eterniza-se, enquista-se; é assim nas pequenas agremiações de bairro, nas instituições, nas sociedades, nos Países.

E é fácil, muito fácil mesmo, criar-se a teoria dos homens providenciais cuja divisa é: Ou nós ou o caos.
A história contemporânea, quiçá a história recente deste pequeno rectângulo, também enfermou dos mesmos males, porque não era permitido ouvir a voz dos outros.
Finalizando tal como comecei, e sem intuitos premonitórios face ao resultado das próximas eleições daqui a duas semanas, a disparidade de meios é absurda.
Parafraseando uma conhecida figura do nosso burgo, do meio desportivo: Parece que há petróleo na Barbosa Du Bocage.

1Será apenas coincidência que a cor de fundo do anúncio seja a mesma do livrinho recentemente enviado aos TOC “POC versus SNC explicado” editado pela OTOC?»

Retirado do site de campanha da Lista B

Domingues Azevedo: também conta com os TOC comuns

«Exmo Sr

Presidente da OTOC

Domingues Azevedo

Carlos Hélder Marcos Martins, membro 47076 da OTOC, residente na Rua Abade de Baçal da Freguesia e Concelho de Miranda do Douro, pelo presente email venho expressar os meus sinceros votos que na eleição mandato 2010/2013 ganhe com esmagadora maioria para que a nossa Ordem continue a percorrer o bom caminho como vem acontecendo até aqui graças ao seu grande empenho, dedicação, gestão e dinamismo demonstrado ao longo de todos este anos.

Desde já venho agradecer a forma como sempre liderou a nossa Instituição tendo em conta que hoje somos uma classe de que nos orgulhamos e que merece o apoio de todos os que a esta pertencem.

Aproveito para informar que pode contar mais uma vez com o meu voto e que desde já me coloco a inteira disposição sempre que por eventualidade necessite da minha ajuda.

Muito obrigado pela sua prestigiosa colaboração, esperando que prossiga com o trabalho que tem desempenhado.

Com os melhores cumprimentos

Atenciosamente

Carlos Martins»

Retirado do site de campanha da Lista A

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Rosado Valente apresenta Lista B (em vídeo)


... a pedido dos interessados. Aqui fica o vídeo... e as legendas.

Vitor Vicente: "Já jantava..."

Integrado no objectivo de divulgação e debate do programa proposto pela lista C, vai realizar-se um jantar – debate na cidade do Montijo. O evento decorrerá no próximo dia 11/02/2010, pelas 20H00, no restaurante “Taberna do Ilhéu”, na rua Sacadura Cabral, n.º 59.

Pela experiência recolhida em eventos anteriores, esperamos que mais uma vez nos seja possível, em convívio salutar entre os presentes, debatermos e expormos as nossas ideias e recolhermos todos os contributos que nos quiserem dar.

(texto retirado do
blog da lista C)




Mais sobre o restaurante "Taberna do Ilhéu":

Recatado mas com 80 anos de história; grande amabilidade dos proprietários (Lino Mocho e familiares). Fácil estacionamento. Pagamento em cash, visa e multibanco. Tem garrafeira.

Especialidades: Caldo Verde, Bacalhau Assado, Morcela, Farinheira, Chouriço, Entremeada, Courato, Porco Preto (secretos, bochechas) e Língua fumada. Sangria

Preço Médio: 18 euros

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Domingues Azevedo: candidato ultramarino






«Meu Caro António Domingues de Azevedo

Foi um prazer enorme ter o conhecido pessoalmente, aquando da nossa estadia em Portugal, numa parceria entre a CTOC e o IPL Leiria.

A Regulamentação da profissão do TOC, e o seu reconhecimento como profissão do interesse público, constituem sem dúvidas momentos marcantes da história das profissões em Portugal, quer nos queiramos quer não, e isso só foi conseguido através da luta e um dirigismo idóneo, competente e sonhador.

O sonho da regulamentação profissional que prosseguimos (AMOJOC) em Moçambique, e fruto da leitura do seu sonho, da sua ambição e do seu empenho como dirigente da CTOC.

Esperamos que os colegas de Portugal votem na continuidade de um projecto que constitui para nos em Moçambique um manancial inesgotável de energia, rumo a regulamentação profissional.

Reza a historia que todas as vitorias conquistadas em grupo são frutos de todos mas, em especial da inteligência que quem esta a comandar.

Quero através desta manifestar o meu apoio a Lista A, em meu nome e da Direcção da AMOJOC, esperançosos que no dia 26 de Fevereiro todos os TOC assim o façam votando na lista A.»

Mussagi Cassamo (na foto)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: candidato ausente


Desde 31 de Janeiro que nada se encontra escrito na internet sobre Vitor Vicente, nem sequer por ele ou por quem o apoia...

Gostaria de ter aqui com regularidade uns posts sobre todos os candidatos a bastonário na OTOC, mas assim não é fácil...

Ao menos os seus adversários até videos andam a por na internet... Vitor Vicente, onde estás?

Rosado Valente: multimédia através do seu Vice-Presidente


Elmano Fernandes: porta voz, porta imagem e porta estandarte da Lista B.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Rosado Valente: o candidato longe dos média


É o candidato a bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas que menos destaque tem junto dos média...

A sua projecção não vai muito para além do
site e blog que suporta a sua campanha.

Para além disso, até agora, apenas um apontamento no
jornal "Campeão das Províncias" e uma entrevista a um elemento da sua lista (B) no blog/jornal "Região do Castelo".

Não haverá mais para contar sobre esta candidatura? Afinal é a que já mais sessões de apresentação concretizou (em Lisboa, Coimbra e Guimarães)...

O que faltará a este candidato que é Valente mas anda tão escondido?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: o candidato também está nos média

Correio da Manhã - Quais são as linhas orientadoras da candidatura da Lista C, que encabeça, para a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC)?
Vítor Vicente - Primeiro é contribuir para que a Ordem se torne na sua prática numa verdadeira associação pública profissional dando voz aos seus 75 mil sócios nas decisões fundamentais. Para dar um exemplo, connosco nunca haveria uma proposta de renovação estatutária que não tivesse sido previamente discutida e decidida com os técnicos oficiais de contas. Que foi o inverso que se passou na última revisão estatutária em que, apesar das promessas, nenhum TOC, excepto os membros da direcção participaram e sem decidir fosse o que fosse na matéria.

C.M. - Acha que há falta de pluralismo entre os TOC?
V.V. - Há uma falta de ouvir e de perceber o que os TOC querem para a sua profissão. Isso é inequívoco. Daí propormos uma nova revisão estatutária. Os TOC com este estatuto só votam de três em três anos.


C.M. - Quer então uma associação dos membros para os membros?
V.V. - Têm de ser os membros e não uma direcção a tomar decisões. No quadro de funcionamento interno na ordem tem de haver um modelo de utilização e funcionamento das delegações regionais que são já treze e está tudo centralizado em Lisboa. Temos de ver se conseguimos dinamizar a vida dos órgãos locais.

C.M. - Então está a dizer que as delegações não são dinâmicas?
V.V. - As delegações são sítios onde meramente atendem alguns assuntos e há algumas reuniões. Não servem para dinamizar a vida da Ordem nos distritos onde elas existem. Não servem para promover formações que os membros desejam a nível local. Isto porque a formação é toda dada em Lisboa. Propomos nitidamente um pólo da ordem no Porto que é onde se encontram mais de metade dos TOC e sentimos nitidamente que a vida da ordem no Norte nos diversos sentidos não está a ser feita. É tudo reencaminhado para Lisboa. Queremos este pólo e colocar directores que façam o seu trabalho lá mas que também percebam que serviços devem dinamizar que sejam úteis para os TOC de lá. Podem ser formações, intervenções locais, participação na vida associativa local. Há uma associação das ordens a nível do norte e os TOC não estão representados. Vamos com certeza propor a adesão de um desses directores que está no Norte que esteja nesse organismo.

C.M. - Quais são os desafios de terem passado de Câmara para Ordem?

V.V. - Vamos ter de mostrar à sociedade que temos capacidade e mérito em sermos Ordem. Mas calma, já merecíamos ter passado a ordem por tudo o que tínhamos feito. A sociedade reconheceu apenas a reboque do SNC. Não devia ter sido a reboque, os méritos que já temos. Mas a passagem de Câmara a ordem mantém alguns dos problemas que já tínhamos. Até os pode ter agravado. E os problemas que já temos é que há uma excessiva responsabilização dos TOC. Nós temos de ter responsabilidades, não é isso que está em questão, mas é excessiva. Colocam sobre nós sem dolo e sem aproveitamento próprio, a administração tributária vem-nos impor responsabilidades ao obrigar-nos a pagar obrigações fiscais dos nossos clientes. Isto é excessivo. Estamos sujeitos por um mero lapso que não reparámos, num papel, num documento, e trabalhamos milhões de documentos por ano, de repente o Estado vem cair em cima de nós, sem benefício nenhum da nossa parte. Há aqui questões de responsabilidade que têm de ser renegociadas. O TOC não pode ser o cobrador de impostos do Estado, porque ele tem outra função. Não temos a rede que os funcionários públicos têm. Não nos podem exigir coisas parecidas. Para o bem do funcionamento da economia, desta classe e do interesse público.


C.M. - Mas reconhece o papel dos TOC no combate à evasão fiscal.

V.V. - Claro. Mas estamos numa situação muito complicada e é preciso compreender que na prática a independência face ao cliente não é total. Estamos todos os dias com os clientes, têm de se encontrar mecanismos para trabalhar mais e estamos disponíveis para isso. Perceber que algumas coisas que se vão colocando que são difíceis de serem executadas para quem tem um tão grande grau proximidade com o cliente. É muito difícil. Nós estamos dentro da empresa, ao contrário do advogado ou do revisor de contas. O TOC pode ser empregado da empresa. Como é que se gere esta situação para lhe exigir o mesmo que ao revisor oficial de contas? É muito complicado. Não é promiscuidade mas uma relação especial de proximidade que traz benefícios. Por exemplo, somos nós que de forma pedagógica dizemos aos nossos clientes que não podem fazer certas coisas, mas há que encontrar mecanismos que facilitem mais a vida do que dificultem.


C.M. - Em que situações é que os mecanismos complicam em vez de facilitar?

V.V. - A Lei impõe que, por cada entrega declarativa que não seja cumprida do IVA, se não for entregue dentro do prazo, temos quinze dias para explicar por que não foi feito. Os TOC que fizerem isto perdem clientes, é óbvio. Porque não se liberta o TOC desse ónus e se transfere para a Administração Fiscal? Atingir-se-ia melhor os objectivos propostos. Uma carta das Finanças sair com a coima para o cliente no prazo de quinze dias. Tínhamos tudo a ganhar.


C.M. - Há vários TOC que consideram que a passagem de Câmara a Ordem se deve ao mérito do trabalho desenvolvido por Domingues de Azevedo, que também é candidato a bastonário da Ordem?

V.V. - Quem está nos órgãos sociais é que teve de fazer os trabalhos pelo que já aconteceu, é inevitável. A questão é, muitos TOC também dizerem que isto foi moeda de troca do SNC, e se assim foi, é mau para a profissão.

in Correio da Manhã. 31/01/2010 (retirado do blogue de campanha da Lista C)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Domingues Azevedo: o candidato multimédia



A internet, e mais específicamente o Youtube, deram direito de antena a todos nós.
Basta um telemóvel ou uma máquina fotográfica, e todos podemos ser famosos...

Aqui vemos o candidato a bastonário - mas ainda presidente - Domingues Azevedo em auto-promoção, falando do «sagrado direito de votar».
Dirige-se em especial a técnicos oficiais de contas que «não querem aventuras» a quem faz o apelo ao voto na Lista A.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Eleições OTOC: Lista C apresenta candidatura

Lista C, encabeçada pelo candidato a bastonário Vitor Vicente foi apresentada dia 16-01-2010 em Paredes

O semanário "Verdadeiro Olhar" noticia:


«A “Alternativa com Futuro”, lista (C) candidata à liderança da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas...... (OTOC), acusou, este sábado, em Paredes, Domingues Azevedo, actual presidente da Câmara dos TOC e presidente em exercício da OTOC, de “despesismo”, de aposta em obras emblemáticas “de vaidade” e de fazer “negociatas políticas”.

As afirmações foram proferidas na primeira apresentação pública, realizada em Paredes, por, segundo a lista, quererem estar mais próximo daqueles que pretendem representar, sendo que é no norte do país que estão 50 por cento dos profissionais do sector.

Lista quer maior independência política

"Diz-se que somos uma lista fraca, sem estrutura, irresponsável, que surgiu acidentalmente e que está contra a ordem e os profissionais; que nos falta currículo e experiência associativa, mas somos TOC e isso é mais importante que isso tudo", explicou Joaquim Antunes, um dos membros da lista C.

Ao contrário dos actuais dirigentes, os elementos desta candidatura andam no terreno e conhecem as dificuldades, disse, falando do inconformismo face ao actual estado da profissão. "Há desemprego, há dificuldade em entrar no mercado de trabalho quando, há outros que vêem clientes fugir e enfrentam concorrência desleal", alertou.

"Colagem política" e "despesismo", com milhões investidos num Fundo de Pensões que não terá bom retorno e com a actual direcção a querer uma sede faustosa e uma Casa TOC em Lisboa, sendo também estes quem define o seu próprio vencimento, foram algumas das acusações lançadas. A "Câmara (dos TOC) movimenta, por ano, 18 milhões de euros que deviam ser aplicados naquilo que precisamos e não em obras", frisou Joaquim Antunes.

Por seu lado, Vítor Vicente, TOC desde 1994 e candidato desta lista a bastonário da Ordem salientou os objectivos desta candidatura. Mudar os estatutos, dando voz aos TOC nas decisões; defender o voto presencial; limitar mandatos; dar novas funções às representações regionais, apostando na descentralização para criar dinamismo local, e criar um pólo da Ordem no Porto; mais formação; melhorias no sistema de acesso à profissão, criando um programa de estágios; mais transparência, democracia e participação são alguns dos objectivos establecidos.

Vítor Vicente defende também que haja independência política da Ordem já que até agora existe "seguidismo", afirmou.»

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Homenagens... a Domingues Azevedo


E vão duas!... Depois da homenagem do início de Dezembro do ano passado, quando ainda não era sequer candidato a bastonário, Domingues Azevedo foi no passado sábado, de novo, homenageado!

Esta mais recente homenagem teve lugar em Viana do Castelo e se calhar por ter sido já perto de Espanha, a jornalista do Correio do Minho que relatou o momento teve muita dificuldade em acertar com o apelido do candidato, actual presidente da OTOC, uma vez que antes de chegar a Azevedo, começou com um curioso "Avevedo" e ainda diagnosticou um "Avecedo" até afinar definitivamente.

Parecem-me homenagens a mais... Pelos muitos anos que "comanda as tropas" dos técnicos oficiais de contas de Portugal, creio que mereça homenagens, mas em período eleitoral cheira-me a outra coisa.

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