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domingo, 16 de março de 2014

Prestação de contas de um mandato que terminou a 31 de dezembro de 2013


Assembleia geral a 29 de março, em Faro



ANÚNCIO
Manuel António dos Santos, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, vem, nos termos do disposto no n.º 1 do artigo 31.º e para os efeitos previstos na alínea a) do n.º 1 do artigo 30.º, ambos do Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (EOTOC), anunciar que no próximo dia 29 de março do ano em curso, no Grande Auditório da Universidade do Algarve, Campus de Gambelas, em Faro, se realiza a Assembleia Geral com início às 14 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:
1- Discussão e votação do Relatório e Contas do Conselho Diretivo, relativos ao ano de 2013.
2- Discussão e votação do Relatório e Parecer do Conselho Fiscal, do ano de 2013.
No caso de na hora marcada não se encontrarem reunidas as condições previstas no n.º 1 do artigo 32º do EOTOC, a Assembleia funcionará uma hora depois com os
presentes, nos termos do disposto no n.º 2 daquele artigo.
Os documentos objeto de discussão encontram-se disponíveis no link em baixo

Lisboa, 11 de março de 2014

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Manuel António dos Santos

Documentos para consulta

1. Convocatória em pdf

2. Relatório e Contas 2013 aqui

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Iniciativa ilegítima?


O ano de 2014 começou e sem eleições na OTOC em 2013 e assim o mandato que os orgãos continuam fica com a validade em causa porque o mandato devia ter 3 anos e assim já caminha para os 5.
Ordem dos advogados e Ordem dos médicos fizeram eleições para não arriscar a impugnação da validade dos atos praticados depois de terminados os mandatos.
Mas na OTOC a vida continua com normalidade e as conferências voltaram.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Plano para 2014 sem ninguém para o cumprir

)
Os órgãos aprovam um plano de actividades que... não podem cumprir.
A lei 2/2013 foi criada com a previsão de ainda em 2013 todos os estatutos das ordens estivessem alterados e aprovados pelo parlamento. 
Como isso não aconteceu o estatuto da OTOC o DL 310/2009 manteve-se em vigor e assim o mandato dos órgãos da OTOC termina a 31 de dezembro de 2013.
Como não se realizaram eleições - a Ordem dos Advogados na mesma situação realizou - a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas deve iniciar o ano de 2014 sem órgãos mandatados. 
Que futuro reserva-se para os OTOC?
 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: candiato em discurso directo



“REPRESENTAÇÕES REGIONAIS”




“A RESPONSABILIDADE DO TOC”




"A FORMAÇÃO DO TOC"




"SOLIDARIEDADE TOC"

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Lista A na Madeira em fim de semana de má memória...

«Num jantar, que reuniu no Hotel Lido Atlântico mais de meia centena de profissionais, Armando Marques destacou todo o papel que tem sido desenvolvido pela ex-Câmara de Técnicos Oficiais de Contas, nomeadamente sob a égide de Domingues de Azevedo, e que constitui hoje uma das mais relevantes associações públicas profissionais.

"Desta grandeza resultam responsabilidades acrescidas junto da sociedade civil em geral e junto da Administração Pública em particular" destacou o orador, que reflectindo sobre o papel dos TOC na sociedade
civil, ressaltou o facto de serem "os técnicos oficias de contas que liquidam mais de 90 por cento dos impostos no País, pelo que a estes lhes é atribuída a qualidade de profissão de interesse público".

O programa eleitoral da Lista A à Ordem dos TOC assenta no lema 'Manter o Rumo, Desafiar o Futuro'. Pretende "uma continuidade de desafios para e à profissão, de modo a propiciar uma estabilidade merecida, mas não esquecendo que somos uma classe que diariamente necessita de reciclagem, dado que os desafios legislativos são uma constante, quantas das vezes contraditando leis anter
iores, o que obriga o profissional a um esforço enorme na busca de soluções, para cumprir com as obrigações contratuais".

Entre os po
ntos programáticos, destaca-se a sensibilização dos empresários para o valor da contabilidade como ferramenta fundamental para a gestão das empresas; o reforço das acções de formação; a sensibilização do poder legislativo para a participação dos TOC na elaboração das leis; o alargamento da utilização das novas ferramentas no exercício da profissão; conceber mecanismo de substituição dos TOC por impedimento acidental; reforço das coberturas do seguro de saúde que a OTOC disponibiliza gratuitamente aos seus membros; ampliação dos projectos com os países da CPLP; Casa e Apoio Social dos TOC e o Fundo de Pensões.

A Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas incorpora mais de 75 mil profissionais, pelo que é a maior associação pública de inscrição obrigatória a nível nacional.

"A Direcção da Ordem teve como seu obreiro principal e, também desde a primeira hora (tomada de posse em Janeiro de 1999) o agora candidato a Bastonário António Domingues de Azevedo, actual presidente da Câmara de Técnicos Oficiais de Contas", refere o manifesto da Lista A.


Na Madeira existem 1.100 técnicos oficiais de contas que estão inscritos na Ordem, que foi criada no ano passado. Desde sempre que a estrutura nacional tem prestado o melhor apoio aos seus filiados regionais. No ano passado os profissionais madeirenses estiveram em 4.173 acções de formação nacionais, o que revela muito mais de uma participação por cada associado e o empenho profissional que os i
nsulares colocam na actualização dos seus conhecimentos.»

(Publicado no DN Madeira)

OTOC acompanha situação dos colegas da Madeira

«Colegas da Região Autónoma da Madeira,

Acabado de regressar do Funchal, hoje, 21/02/2010, pelas 13h, por motivos particulares, vivi presencial e localmente o drama que se abateu sobre a RAM desde o dia 19, tendo assistido a um cenário de destruição que não podemos deixar de profundamente lamentar.


Em nome da Direcção da nossa Ordem, queria expressar a nossa total solidariedade com o povo madeirense, em especial com os nossos colegas Técnicos Oficiais de Contas.


A Direcção analisará de imediato a forma de apoio aos colegas, de modo a evitar eventuais penalizações de natureza fiscal e parafiscal, por incumprimento de prazos, bem como eventuais apoios de outra natureza.


Aqui deixamos o nosso abraço de solidariedade e a certeza que todos os Técnicos Oficiais de Contas partilham este momento de dor para muitos dos residentes na Madeira.»


Por: Armando P. Marques (Vice-Presidente da Direcção),
no site da OTOC

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Rosado Valente faz exame ao acesso à profissão

O candidato a 1.º bastonário da OTOC, Rosado Valente, decide falar de frente e frontalmente sobre as perspectivas da Lista B quanto ao processo, problemática e perspectivas do acesso à profissão de TOC.

As eleições já decorrem (por correio) e no próximo dia 26 de Fevereiro serão apurados os votos presenciais de membros efectivos.

Membros estagiários e outros candidatos que vão realizar o exame de acesso em Março de 2010 não podem votar para a eleição do primeiro bastonário da Ordem dos TOC.

Vitor Vicente: em vídeo... finalmente!

Já na recta final da campanha eleitoral da OTOC, eis que a Lista C decide mostrar em vídeo que é "Alternativa de Futuro".

Neste vídeo fala o candidato da Lista C a presidente da mesa da assembleia geral da OTOC.

Vitor Vicente aparece e não fala.



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Domingues Azevedo: candidato, campeão das províncias

Em mais uma entrevista em período de campanha eleitoral, o candidato a bastonário da OTOC fala sobre a inferioridade que marcou os últimos 15 anos da profissão de TOC sob a sua liderança.

O
Campeão das Províncias em entrevista publicada na edição de 18 de Fevereiro de 2010 daquele jornal de Coimbra:

Destaques:
«...carece de sentido que os profissionais... sejam concepcionados num patamar inferior»

«...uma nova visão... de um profissional adaptado... numa espécie de braço direito dos empresários»

«...uma organização especializada que trate dos diversos e heterogéneos problemas que a vida do dia a dia lhes aporta»

«...gerando-se entre um e outro uma espécie de compromisso... em que ambos... confluem para a mesma meta e encontram-se imbuídos dos mesmos objectivos»

«Um companheiro que acompanha»


Leitura integral da entrevista a Domingues Azevedo: aperte aqui.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Propostas eleitorais: aceso à profissão


Propostas da Lista A

Realizar
anualmente, em colaboração com as instituições do ensino superior que ministram cursos que dão acesso à inscrição na Ordem, um encontro de reflexão sobre o estado do ensino da Contabilidade, bem como a sua adequação ao exercício da profissão.

Manter
, em moldes a definir pelo Conselho Directivo, os exames de avaliação ou, em alternativa, procurar outros meios ou processos de avaliação dos conhecimentos profissionais dos candidatos à inscrição na Ordem.

Definir as condições e a estrutura dos respectivos exames de avaliação para o acesso aos colégios da especialidade, previstos no artigo 3.º do Estatuto da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.


Propostas da Lista C

Rever
o acesso à profissão, exigindo-se que os novos candidatos a admitir sejam portadores de mais conhecimentos e experiência prática, com um sistema de estágios e de exames adequado à aferição dos conhecimentos necessários ao exercício da profissão.

Defender a existência de exames de acesso à profissão como elemento indispensável ao acesso à profissão, tornando-o mais exigente.

Promover
uma profunda reformulação dos conteúdos programáticos e dos exames, da responsabilidade exclusiva da respectiva Comissão, bem como das suas condições de realização, tornando-as mais dignas e minimizando o nível de incongruências já detectadas.

Aprofundar o trabalho com os estabelecimentos de ensino superior e a respectiva tutela, no sentido de se ultrapassarem algumas deficiências, cada vez mais notórias, no ensino da Contabilidade e da Fiscalidade, de forma a se obter uma uniformização lectiva em termos pedagógicos e científicos.

Criar a figura do TOC Estagiário, considerando-o como um pré-TOC, com acesso a todo o sistema de informação, formação e apoio técnico que a Ordem possibilite, incluindo os Fóruns. Dar maior ênfase à fase do estágio, tornando-o uma valia mais enriquecedora do currículo do futuro profissional, inclusive com o possível alargamento do período de duração do estágio.

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A lista B não está neste "post" porque não foram encontradas propostas sobre acesso à profissão de TOC no respectivo site de campanha.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Rosado Valente: uma questão de dinheiro

«Há petróleo na Barbosa Du Bocage ?

Sou leitor diário de jornais, num processo mecânico e rápido de leitura, enquanto mastigo o croissant folhado acompanhado da “meia de leite”, antecedendo o inicio de mais um dia de trabalho no escritório.

Em todos eles (desportivos e de informação geral) tenho vindo a notar a publicidade sistemática e persistente de apoio à lista A. Tudo bem, tudo normal, já que estamos em plena campanha e nada há a objectar; as outras listas também vão fazendo pela vida, numa espécie de campeonato dos últimos, tal a disparidade de meios financeiros.

Contudo, hoje, na minha leitura semanal do Expresso, deparei ao virar a página, com algum susto diria – tal a violência do impacto – com mais um anúncio desta vez a meia página!1 , onde surge a figura tutelar, omnipresente, quiçá omnisciente do putativo (e eterno?) candidato a Presidente da OTOC.

Não me move qualquer preconceito relativamente ao meu ilustre colega e Presidente.

No entanto, e a propósito de eleições e de acesso aos mesmos meios,com a finalidade essencial de garantir a todos, sem excepção, um tratamento igualitário , numa lógica de democracia tão do agrado do colega candidato, sugiro que em futuros actos eleitorais se proporcione a todas as listas o direito de chegar aos TOC em circunstâncias iguais.

E depois, cada um de per si, apenas com a força dos argumentos, sem golpes baixos, jogos de bastidores ou calúnias, tentaria convencer os seus pares da bondade do seu programa, e captar o maior número de votos para a sua lista.

As sucessivas eleições sempre estiveram inquinadas de processos mais ou menos prepotentes, onde em nome duma pretensa legalidade e de respeito serôdio pelos Estatutos, se impediu aos candidatos concorrentes o acesso aos mesmos meios e consequentemente, a uma igual capacidade de disputar as eleições. E assim, o poder eterniza-se, enquista-se; é assim nas pequenas agremiações de bairro, nas instituições, nas sociedades, nos Países.

E é fácil, muito fácil mesmo, criar-se a teoria dos homens providenciais cuja divisa é: Ou nós ou o caos.
A história contemporânea, quiçá a história recente deste pequeno rectângulo, também enfermou dos mesmos males, porque não era permitido ouvir a voz dos outros.
Finalizando tal como comecei, e sem intuitos premonitórios face ao resultado das próximas eleições daqui a duas semanas, a disparidade de meios é absurda.
Parafraseando uma conhecida figura do nosso burgo, do meio desportivo: Parece que há petróleo na Barbosa Du Bocage.

1Será apenas coincidência que a cor de fundo do anúncio seja a mesma do livrinho recentemente enviado aos TOC “POC versus SNC explicado” editado pela OTOC?»

Retirado do site de campanha da Lista B

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Rosado Valente apresenta Lista B (em vídeo)


... a pedido dos interessados. Aqui fica o vídeo... e as legendas.

Vitor Vicente: "Já jantava..."

Integrado no objectivo de divulgação e debate do programa proposto pela lista C, vai realizar-se um jantar – debate na cidade do Montijo. O evento decorrerá no próximo dia 11/02/2010, pelas 20H00, no restaurante “Taberna do Ilhéu”, na rua Sacadura Cabral, n.º 59.

Pela experiência recolhida em eventos anteriores, esperamos que mais uma vez nos seja possível, em convívio salutar entre os presentes, debatermos e expormos as nossas ideias e recolhermos todos os contributos que nos quiserem dar.

(texto retirado do
blog da lista C)




Mais sobre o restaurante "Taberna do Ilhéu":

Recatado mas com 80 anos de história; grande amabilidade dos proprietários (Lino Mocho e familiares). Fácil estacionamento. Pagamento em cash, visa e multibanco. Tem garrafeira.

Especialidades: Caldo Verde, Bacalhau Assado, Morcela, Farinheira, Chouriço, Entremeada, Courato, Porco Preto (secretos, bochechas) e Língua fumada. Sangria

Preço Médio: 18 euros

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Domingues Azevedo: candidato ultramarino






«Meu Caro António Domingues de Azevedo

Foi um prazer enorme ter o conhecido pessoalmente, aquando da nossa estadia em Portugal, numa parceria entre a CTOC e o IPL Leiria.

A Regulamentação da profissão do TOC, e o seu reconhecimento como profissão do interesse público, constituem sem dúvidas momentos marcantes da história das profissões em Portugal, quer nos queiramos quer não, e isso só foi conseguido através da luta e um dirigismo idóneo, competente e sonhador.

O sonho da regulamentação profissional que prosseguimos (AMOJOC) em Moçambique, e fruto da leitura do seu sonho, da sua ambição e do seu empenho como dirigente da CTOC.

Esperamos que os colegas de Portugal votem na continuidade de um projecto que constitui para nos em Moçambique um manancial inesgotável de energia, rumo a regulamentação profissional.

Reza a historia que todas as vitorias conquistadas em grupo são frutos de todos mas, em especial da inteligência que quem esta a comandar.

Quero através desta manifestar o meu apoio a Lista A, em meu nome e da Direcção da AMOJOC, esperançosos que no dia 26 de Fevereiro todos os TOC assim o façam votando na lista A.»

Mussagi Cassamo (na foto)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: candidato ausente


Desde 31 de Janeiro que nada se encontra escrito na internet sobre Vitor Vicente, nem sequer por ele ou por quem o apoia...

Gostaria de ter aqui com regularidade uns posts sobre todos os candidatos a bastonário na OTOC, mas assim não é fácil...

Ao menos os seus adversários até videos andam a por na internet... Vitor Vicente, onde estás?

Rosado Valente: multimédia através do seu Vice-Presidente


Elmano Fernandes: porta voz, porta imagem e porta estandarte da Lista B.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Um glossário eleitoral

JOAQUIM FERNANDO DA CUNHA GUIMARÃES lança "glossário" eleitoral.

Num documento de claro apoio à Lista A, o professor Joaquim Guimarães percorre o alfabeto com a graça e o saber que nos tem habituado.

Um documento a ler e a reter, disponível em dominguesazevedo.com

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vitor Vicente: o candidato também está nos média

Correio da Manhã - Quais são as linhas orientadoras da candidatura da Lista C, que encabeça, para a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC)?
Vítor Vicente - Primeiro é contribuir para que a Ordem se torne na sua prática numa verdadeira associação pública profissional dando voz aos seus 75 mil sócios nas decisões fundamentais. Para dar um exemplo, connosco nunca haveria uma proposta de renovação estatutária que não tivesse sido previamente discutida e decidida com os técnicos oficiais de contas. Que foi o inverso que se passou na última revisão estatutária em que, apesar das promessas, nenhum TOC, excepto os membros da direcção participaram e sem decidir fosse o que fosse na matéria.

C.M. - Acha que há falta de pluralismo entre os TOC?
V.V. - Há uma falta de ouvir e de perceber o que os TOC querem para a sua profissão. Isso é inequívoco. Daí propormos uma nova revisão estatutária. Os TOC com este estatuto só votam de três em três anos.


C.M. - Quer então uma associação dos membros para os membros?
V.V. - Têm de ser os membros e não uma direcção a tomar decisões. No quadro de funcionamento interno na ordem tem de haver um modelo de utilização e funcionamento das delegações regionais que são já treze e está tudo centralizado em Lisboa. Temos de ver se conseguimos dinamizar a vida dos órgãos locais.

C.M. - Então está a dizer que as delegações não são dinâmicas?
V.V. - As delegações são sítios onde meramente atendem alguns assuntos e há algumas reuniões. Não servem para dinamizar a vida da Ordem nos distritos onde elas existem. Não servem para promover formações que os membros desejam a nível local. Isto porque a formação é toda dada em Lisboa. Propomos nitidamente um pólo da ordem no Porto que é onde se encontram mais de metade dos TOC e sentimos nitidamente que a vida da ordem no Norte nos diversos sentidos não está a ser feita. É tudo reencaminhado para Lisboa. Queremos este pólo e colocar directores que façam o seu trabalho lá mas que também percebam que serviços devem dinamizar que sejam úteis para os TOC de lá. Podem ser formações, intervenções locais, participação na vida associativa local. Há uma associação das ordens a nível do norte e os TOC não estão representados. Vamos com certeza propor a adesão de um desses directores que está no Norte que esteja nesse organismo.

C.M. - Quais são os desafios de terem passado de Câmara para Ordem?

V.V. - Vamos ter de mostrar à sociedade que temos capacidade e mérito em sermos Ordem. Mas calma, já merecíamos ter passado a ordem por tudo o que tínhamos feito. A sociedade reconheceu apenas a reboque do SNC. Não devia ter sido a reboque, os méritos que já temos. Mas a passagem de Câmara a ordem mantém alguns dos problemas que já tínhamos. Até os pode ter agravado. E os problemas que já temos é que há uma excessiva responsabilização dos TOC. Nós temos de ter responsabilidades, não é isso que está em questão, mas é excessiva. Colocam sobre nós sem dolo e sem aproveitamento próprio, a administração tributária vem-nos impor responsabilidades ao obrigar-nos a pagar obrigações fiscais dos nossos clientes. Isto é excessivo. Estamos sujeitos por um mero lapso que não reparámos, num papel, num documento, e trabalhamos milhões de documentos por ano, de repente o Estado vem cair em cima de nós, sem benefício nenhum da nossa parte. Há aqui questões de responsabilidade que têm de ser renegociadas. O TOC não pode ser o cobrador de impostos do Estado, porque ele tem outra função. Não temos a rede que os funcionários públicos têm. Não nos podem exigir coisas parecidas. Para o bem do funcionamento da economia, desta classe e do interesse público.


C.M. - Mas reconhece o papel dos TOC no combate à evasão fiscal.

V.V. - Claro. Mas estamos numa situação muito complicada e é preciso compreender que na prática a independência face ao cliente não é total. Estamos todos os dias com os clientes, têm de se encontrar mecanismos para trabalhar mais e estamos disponíveis para isso. Perceber que algumas coisas que se vão colocando que são difíceis de serem executadas para quem tem um tão grande grau proximidade com o cliente. É muito difícil. Nós estamos dentro da empresa, ao contrário do advogado ou do revisor de contas. O TOC pode ser empregado da empresa. Como é que se gere esta situação para lhe exigir o mesmo que ao revisor oficial de contas? É muito complicado. Não é promiscuidade mas uma relação especial de proximidade que traz benefícios. Por exemplo, somos nós que de forma pedagógica dizemos aos nossos clientes que não podem fazer certas coisas, mas há que encontrar mecanismos que facilitem mais a vida do que dificultem.


C.M. - Em que situações é que os mecanismos complicam em vez de facilitar?

V.V. - A Lei impõe que, por cada entrega declarativa que não seja cumprida do IVA, se não for entregue dentro do prazo, temos quinze dias para explicar por que não foi feito. Os TOC que fizerem isto perdem clientes, é óbvio. Porque não se liberta o TOC desse ónus e se transfere para a Administração Fiscal? Atingir-se-ia melhor os objectivos propostos. Uma carta das Finanças sair com a coima para o cliente no prazo de quinze dias. Tínhamos tudo a ganhar.


C.M. - Há vários TOC que consideram que a passagem de Câmara a Ordem se deve ao mérito do trabalho desenvolvido por Domingues de Azevedo, que também é candidato a bastonário da Ordem?

V.V. - Quem está nos órgãos sociais é que teve de fazer os trabalhos pelo que já aconteceu, é inevitável. A questão é, muitos TOC também dizerem que isto foi moeda de troca do SNC, e se assim foi, é mau para a profissão.

in Correio da Manhã. 31/01/2010 (retirado do blogue de campanha da Lista C)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Domingues Azevedo: o candidato multimédia



A internet, e mais específicamente o Youtube, deram direito de antena a todos nós.
Basta um telemóvel ou uma máquina fotográfica, e todos podemos ser famosos...

Aqui vemos o candidato a bastonário - mas ainda presidente - Domingues Azevedo em auto-promoção, falando do «sagrado direito de votar».
Dirige-se em especial a técnicos oficiais de contas que «não querem aventuras» a quem faz o apelo ao voto na Lista A.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Lista C: Apelo ao voto dos homens e mulheres comuns

O termo "Homem - comum" (ou "Homem - médio"), resulta da necessidade humana de catalogar e comparar características.

O TOC comum será um "Homem - médio" que é membro da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.

No caso da lista C, candidata às próximas eleições da OTOC, liderada por Vitor Vicente, as necessidades serão outras (talvez no blogue de campanha da Lista A se percebam quais) e decidiu ajudar-nos ao melhor entendimento sobre o "TOC - médio" através de um texto publicado no blogue de campanha:

«
Homens e mulheres comuns, técnicos oficiais de contas

A Lista C, a lista da Alternativa de Futuro, não é composta por grandes figuras. Nenhum membro é uma sumidade reconhecida internacionalmente. Nenhum membro é professor catedrático, nenhum é autor proeminente, nenhum é uma figura que se tenha celebrizado nos corredores do poder político.

Não. Na Lista C temos apenas homens e mulheres comuns, técnicos oficiais de contas que diariamente estão junto das pequenas e médias empresas. Pessoas que lutam no terreno para terem as declarações de IVA prontas no dia 10, a Segurança Social no dia 15, o IRS no dia 20, todos os meses, incluindo o das férias.

Mas entendemos que são homens e mulheres assim que precisam de estar à frente dos destinos da entidade reguladora da profissão. São pessoas assim que mais certeiramente compreendem as dificuldades técnicas, os problemas das empresas, as implicações da doença e da maternidade no trabalho, os erros legislativos, a pressão dos prazos, das coimas e da responsabilidade. E, por isso, são pessoas que estão mais aptas para defender e melhorar a profissão.


Não precisamos de muito para o conseguir fazer. Basta saber que temos a apoiar-nos a força de várias dezenas de milhar de outros homens e mulheres comuns. Pessoas que, com o seu esforço e dedicação, mantêm, nas áreas contabilística e fiscal, a economia deste país a funcionar. Pessoas que, muitas vezes, trabalham 10 e 12 horas diárias, com grande sentido de responsabilidade e competência, aplicando o saber adquirido pela experiência concreta da sua vida profissional. Homens e mulheres comuns que, como nós, são técnicos oficiais de contas.»

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Domingues Azevedo: um líder fruto das circuntâncias

«Um homem nunca está só, é ele e a circunstância...e Domingues de Azevedo define-se pelo conjunto de circunstâncias que o acompanharam no emergir da profissão - a obra - e esta fala por si.»

Por Luís Santos, Doutor -
publicado no sítio de campanha da Lista A ou então no OUTRO sítio de campanha da Lista A.


Quando leio que «
Domingues de Azevedo define-se pelo conjunto de circunstâncias que o acompanharam no emergir da profissão» fico com a ideia que aqui o Sr. Doutor Luís Santos podia ter escrito que Domingues Azevedo é o "Forrest Gump da Contabilidade", tais as circunstâncias que marcaram também a vida daquele personagem e pelas tantas individualidades que inspirou...

Apesar de razoável, a laudatória do Doutor Santos seria perfeita se terminasse com um veemente: "Corre Domingues, corre!!!"

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